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  • roberto8310

ESG, Relatórios de Sustentabilidade e a sopa de letrinhas

A sustentabilidade ganha novo ímpeto

A preocupação com as crises climáticas e biológicas ganharam força com a pandemia, aumentando a pressão para que diferentes agentes econômicos atuem no sentido de minimizá-los. Recentemente, especial atenção tem sido dada ao assunto pelo setor financeiro, que agora inclui cada vez mais os critérios ESG em suas análises de investimentos.


De frente para o espelho

O Relatório de Sustentabilidade, além de demonstrar transparência perante diferentes públicos, oferece a possibilidade de uma companhia se conhecer melhor, identificando riscos e oportunidades relacionados com seu desempenho não financeiro. Estruturar este olhar permite que as ações sociais e ambientais da empresa não fiquem difusas, mas se encaixem de forma alinhada na estratégia de geração de valor da empresa.


Navegando a sopa de letrinhas

A orientação por maior governança ambiental e social nas empresas, conhecido em inglês pelas siglas ESG(Environment, Social, Governance) tem levado à criação de diferentes metodologias e padrões para qualificar, quantificar e divulgar informações de sustentabilidade. Os mais conhecidos são o GRI (Global Reporting Initiative), SASB (Sustainable Accounting Standard), além do GHG Protocol. Mas há também outras referencias metodológicas, plataformas e índices de classificação de sustentabilidade que precisam ser levados em conta para desenvolver uma política de sustentabilidade relevante, que sirva para orientar ações que agreguem valor para a companhia. Destacamos alguns que ganharam tração nos últimos anos: CDP(Carbon Disclousure Project), SBTi (Science Based Target Initiative), TFCD (Task Force on Climate Related Financial Disclousure), ODS da ONU (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), IRRC (International Integrate Reporting), ISS, Sustainalytics e MSCI.


Muitos destes padrões convergem metodologicamente. Há inclusive uma iniciativa juntando as organizações por trás de alguns deles para uniformizar seus critérios. Considerando, porém, a realidade distinta de diferentes indústrias, operações e empresas, inclusive geograficamente, é provável que um certo grau de customização, levando em conta orientações metodológicas que se adequem melhor para cada organização, continue existindo sempre.


A bússola que utilizamos

A ATA ajuda seus clientes a adotar diretrizes de sustentabilidade relevantes para suas realidades. Identificar e relatar as vertentes de sustentabilidade que mais impactam a empresa é importante, pois a partir daí pode-se atuar no sentido de minimizar riscos e aproveitar oportunidades.

Neste sentido, nossa orientação é sempre atrelada à possibilidade de gerar valor para nosso cliente, com foco nos diferentes mecanismos que possam afetar positivamente diferentes elos na cadeia de valor da empresa.

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