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	<title>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</title>
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	<description>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</description>
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		<title>!sso Não é Normal traz análise e debate das mudanças climáticas no Brasil</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/07/26/sso-nao-e-normal-traz-analise-e-debate-das-mudancas-climaticas-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 15:13:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta da Embaixada Britânica teve como partida a cidade de SP e abrangerá SC e Nordeste
fonte: Estadao.com.br/planeta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>artigo publicado no <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,sso-nao-e-normal-traz-analise-e-debate-das-mudancas-climaticas-no-brasil,586163,0.htm" target="_blank">estadao.com.br/Planeta</a> &#8211; dia 26/07/2010</p>
<p>por Gabriel Pinheiro</p>
<p>SÃO PAULO &#8211; O futuro de nosso planeta está à mercê das mudanças climáticas. No caso da cidade de São Paulo, quais efeitos já podem ser sentidos? O que ainda pode ser feito e o quanto da vida de seus moradores já está comprometida?</p>
<p>&#8220;Um paulistano perde em média um ano e meio de vida por causa do ar que a gente respira&#8221;, diz Denis Russo Burgierman, editor do <a style="outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; text-decoration: none; color: #336699; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://issonaoenormal.com.br/" target="ioMain">!sso Não é Normal </a>- projeto desenvolvido pela Webcitizen e Cia. da Foto e abrigado no <strong>estadão.com.br</strong>. Não é à toa o nome do site, afirma o editor. &#8220;Não tem nada de normal em tudo o que está acontecendo.”</p>
<p><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/07/saopaulo_issonaoenormal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="saopaulo_issonaoenormal" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/07/saopaulo_issonaoenormal.jpg" alt="saopaulo_issonaoenormal" width="292" height="280" /></a></p>
<p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Helvetica;">
<p>O site dá forma a uma série multimídia que busca a resposta dessas perguntas. Não será atualizado indefinidamente, mas contará três histórias com início, meio e fim. Partindo de uma cidade, um Estado e uma região do Brasil, !sso Não é Normal reúne reportagens, vídeos, entrevistas e mapas interativos.</p>
<p>Proposta da Embaixada Britânica, o projeto teve como ponto de partida a cidade de São Paulo. A segunda etapa, que estreia neste mês, abrange Santa Catarina. Por fim, termina no Nordeste, em agosto. Os três capítulos permanecerão abrigados no <a href="http://estad%C3%A3o.com.br">estadão.com.br</a>.</p>
<p>O portal, diz Burgierman, foi a primeira opção para hospedar a série. &#8220;O <span style="padding: 0px; margin: 0px;">Grupo Estado</span><strong> </strong>tem uma ligação histórica com o pioneirismo em temas ambientais e visão interessante de internet. E o <span style="padding: 0px; margin: 0px;">Estadão</span> está apostando em formatos inovadores na internet.&#8221;</p>
<p>O trabalho de mapear como as mudanças climáticas afetam diretamente lugares específicos do Brasil não teria sido possível sem o apoio do governo britânico. &#8220;Eles financiam pesquisas científicas e a difusão de informação sobre mudanças climáticas no mundo inteiro&#8221;, explica Burgierman.</p>
<p>Segundo ele, que também é diretor de informação da Webcitizen, a série foge do &#8220;debate técnico&#8221;. A ideia é dar um passo além &#8211; em vez de explicar o conceito dos gases estufas, abrir o debate sobre o que isso tem a ver com o cotidiano das pessoas. &#8220;Faz 20 anos que estamos falando disso. Agora queremos mostrar como a vida aqui no Brasil é afetada.”</p>
<p><strong>Por quê?</strong></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">Repensar a lógica das grandes cidades é preciso. &#8220;Em São Paulo, chegamos a uma conclusão alarmante: todos os dias, a gente move um Uruguai inteiro da periferia da zona leste para o centro, e depois carrega todo esse Uruguai de volta. Toda a economia está concentrada no centro, todas as moradias populares ficam a até 50 quilômetros de lá&#8221;, afirma Burgierman. &#8220;Por mais que já estejamos acostumados com isso, por que é assim? Daria para ser de outro jeito?&#8221;, indaga.</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">Para Denis, apesar da distância, os três locais que o projeto aborda são afetados pelos mesmos problemas. &#8220;A ocupação irregular nas cidades é uma constante. Um exemplo: a Câmara dos Vereadores de São Paulo está construída em cima do Rio Bexiga, o que é proibido por lei&#8221;, diz. &#8220;Isso demonstra que nem os governos respeitam a distância que deveria existir entre rios e construções. É algo se repete no Brasil inteiro.</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">Em Santa Catarina, todo o Estado sofre com intempéries incomuns. &#8220;O primeiro furacão registrado no Brasil foi lá&#8221;, comenta Burgierman. &#8220;É o Estado mais afetado por eventos extremos, com desde o mar avançando pelo litoral até a seca no interior.”</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">No Nordeste, região brasileira mais vulnerável às mudanças climáticas, o debate se justifica por uma razão em especial. &#8220;Quase sempre as emissões de poluentes são feitas pelos ricos, mas quem sofre mais são os pobres, por estarem nos lugares mais perigosos, como a beira dos rios&#8221;, afirma.</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">&#8220;Com as mudanças, a tendência é que as chuvas se reduzam drasticamente. Temos um pedaço no miolo do semiárido que pode se tornar um deserto estéril. E isso gera um monte de efeitos sobre os quais ninguém está querendo pensar.&#8221;</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">O editor explica que o projeto usa a infraestrutura da rede. &#8220;Ele é relativamente estático, não tem atualização frequente&#8221;. E o conteúdo está espalhado na web. &#8220;Colocamos nosso vídeos no Vimeo, as galerias de fotos estão no Flickr. Todo a série é aberta a comentários, e em todos esses lugares a gente recebe opiniões.”</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;">A primeira fase do projeto já teve pelo menos uma repercussão interessante. &#8220;Um diretor especialista da Prefeitura deixou um comentário numa das matérias sobre drenagem em São Paulo. Disse que não concordava com tudo e enviou para mim um longo e-mail discutindo a questão.&#8221; Para o editor, &#8220;falar sobre mudanças climáticas não é algo da moda, é permanente. E a discussão está apenas no começo.</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;"><br />
</span></p>
<p><span style="padding: 0px; margin: 0px;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PDD CTE Cocamar</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/07/22/pdd-cte-cocamar/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 13:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[pdd]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos ATA]]></category>

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		<description><![CDATA[PDD CTE Cocamar
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/07/PDD-CTE-Cocamar1.pdf">PDD CTE Cocamar</a></p>
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		<title>O Pré-sal da biomassa</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/07/22/o-pre-sal-da-biomassa/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 12:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Biomassa]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Renovável]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual o potencial do uso da biomassa no Brasil? O Brasil será o grande fornecedor mundial de energia renovável?
O Brasil é um dos únicos países que consegue criar uma arbitragem positiva com o uso da biomassa em relação à outras fontes de energia fóssil.

por Ricardo Audi Filho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">por Ricardo Audi Filhopor Ricardo Audi Filho</div>
<p>por Ricardo Audi Filho</p>
<p>Na América Latina, o Brasil é o pais da fotossíntese e ninguém duvida de seu potencial agrícola e da disponibilidade de terras agriculturáveis. Apesar disto, a Europa é o continente do uso da biomassa!</p>
<p>Após a Directiva 2001/77/EC de 2001<sup>1</sup>, o uso de energia renovável nos 27 países da União Européia aumentou de forma expressiva. De 1997 à 2002 a Europa adicionou 7.9 milhões de TPE (TON de petróleo equivalente ), atingindo a marca de 99.8 milhões de TPE. Já entre 2002 e 2008, a adição chegou a 51.4 milhões de TPE, atingindo a marca de 151 milhões de TPE.</p>
<p>Quem foi responsável pelo grande aumento? A biomassa, que respondeu por 74% da adição de nova capacidade de energia renovável, respondendo por 67,7% dos renováveis total e 7,1% da matriz energética Européia.<br />
Nós acreditamos que para atingir seu objetivo de usar 20% de energia renovável<sup>2</sup> e 10% de bicombustíveis a Europa irá dobrar sua demanda por biomassa, atingindo algo como 300 milhões de TPE.</p>
<p>O que levou a um aumento tão expressivo? Nós acreditamos que foi a combinação de acesso a mercado, disponibilidade de resíduos, tecnologia e incentivos.</p>
<p>Qual o potencial do uso da biomassa no Brasil? O Brasil será o grande fornecedor mundial de energia renovável?<br />
Nós da ATA acreditamos que a maior barreira para o aumento expressivo do uso da biomassa residual no Brasil é a falta de informação, seguido pela falta de uma abordagem one-stop-shop sobre o assunto, dado a fragmentação entre o originador da biomassa e o potencial usuário, principalmente quando comparamos esta nova cadeia com a do petróleo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/07/canade_a_ucar_Plano_de_fundo1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-279" title="canade_a_ucar_Plano_de_fundo" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/07/canade_a_ucar_Plano_de_fundo1.jpg" alt="canade_a_ucar_Plano_de_fundo" width="500" height="335" /></a></p>
<p>O Brasil é um dos únicos países que consegue criar uma arbitragem positiva com o uso da biomassa em relação à outras fontes de energia fóssil.</p>
<p>Mas qual é o potencial do uso de biomassa? Somente no Estado de São Paulo e considerando apenas a indústria da cana, enxergamos que dos mais de 90 milhões de toneladas de biomassa que as usinas processam, até 48 milhões ainda estão disponíveis, ou 20 milhões de TPE.</p>
<p>Temos um pré-sal da biomassa? Em um recente evento promovido pelo Deutsche Bank em São Paulo para discutir o potencial do Brasil nos renováveis, o ex-CEO da tão famosa British Petroleum questionou os brasileiros presentes do porquê o país investe tanto no pré-sal se tem tantas alternativas renováveis e sustentáveis&#8230;.a pergunta calou a platéia&#8230;</p>
<p>Atualmente trabalhamos em diversos projetos para o aproveitamento de biomassa, como:<br />
•	Uso de resíduos do processamento de cereais para a produção de energia elétrica;<br />
•	Uso de biomassa alternativa na produção de painéis de fibra;<br />
•	Processamento de biomassa residual para seu posterior uso na produção de vapor;<br />
•	Usina de reciclagem de biomassa;<br />
•	Aumento da disponibilidade através da recuperação da biomassa;<br />
•	Estabelecimento de uma cadeia de suprimentos de biomassa;<br />
•	Estabelecimento de floresta cativa para produção de derivados de madeira e exportação de energia para Europa;</p>
<p>A biomassa, este recurso abundante no pais da fotossíntese, muitas vezes visto com pouca relevância, tem sua importância crescente na medida em que o problema de efeito estufa cresce.</p>
<p>Qual é a demanda em um projeto? Qual a disponibilidade? Que tipos de biomassa existem e em quais cadeias de valor ela é produzida? Em que forma está a disponibilidade? O quanto precisamos tratar a biomassa bruta para que ela seja utilizável? O quanto precisamos ajustar o projeto para que este consuma a biomassa tratada? Quais os riscos e custos envolvidos no consumo? Qual o valor da biomassa em longo-prazo?</p>
<p>Numa perspectiva empresarial, como dar respostas objetivas, bem conceituadas, bem quantificadas, que possam suportar ações de planejamento e a realização de projetos consistentes? Como pode ser feita uma boa avaliação de riscos estratégicos relacionados a este tema?</p>
<p>A ATA, que vem se dedicando há alguns anos ao tema das emissões de gases de efeito estufa, passa a aplicar suas competências também na área do aproveitamento de recursos naturais para a produção da biomassa, principalmente na perspectiva empresarial, apoiando a elaboração de projetos de mudança de combustível, no Brasil e no resto do mundo.</p>
<pre><sup><a href="1http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2001:283:0033:0040:EN:PDF"><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span>1</span></span></span></em></a></sup><a href="1http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2001:283:0033:0040:EN:PDF"><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span>http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=OJ:L:2001:283:0033:0040:EN:PDF</span></span></span></em></a><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span>
</span></span></span></em><sup><a href="2http://ec.europa.eu/environment/climat/climate_action.htm"><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span>2</span></span></span></em></a></sup><a href="2http://ec.europa.eu/environment/climat/climate_action.htm"><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span>http://ec.europa.eu/environment/climat/climate_action.htm</span></span></span></em></a><em><span style="font-size: xx-small;"><span style="font-size: xx-small;"><span> </span></span></span></em></pre>
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		<item>
		<title>Água acaba?</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/06/28/agua-acaba/</link>
		<comments>http://www.atapart.com.br/2010/06/28/agua-acaba/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 18:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das principais conseqüências das mudanças climáticas é a alteração na disponibilidade da água, e suas conseqüências sobre a saúde, a produção de alimentos e a economia como um todo.

por Ricardo Gustav Neuding]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">por Ricardo Gustav Neuding</div>
<p>por Ricardo Gustav Neuding</p>
<p>Mudanças climáticas globais estão hoje no foco das preocupações. Problema levantado inicialmente há poucas décadas,  sua percepção foi gradualmente de expandindo, de uma consideração científica para uma preocupação política internacional. Resulta do modo de vida moderno, adotado pela humanidade a partir da revolução industrial. As tecnologias predominantemente adotadas para gerar o que tem sido valorizado como benefícios para as pessoas, como a disponibilidade de energia abundante, o conforto pessoal, o transporte, a fartura de bens de consumo, são, em sua maior parte, baseadas na queima de combustíveis de origem fóssil. É o modo de vida moderno. O conceito positivista do progresso, tendo o crescimento como valor básico, gera cifras que se multiplicam exponencialmente ao longo dos anos. Tudo baseado, em grande parte, na queima de petróleo, carvão mineral e gás. A humanidade vem, neste processo, produzindo enormes quantidades de resíduo, na forma de gases que geram o efeito estufa. Um lixo gasoso, que por ser invisível, demorou para ser percebido. Seu acúmulo na atmosfera intensifica o efeito estufa, que de um importante elemento regulador das condições climáticas da terra, passa a ser uma ameaça, por excesso.</p>
<p>Pela primeira vez a humanidade enfrenta uma questão realmente, fisicamente, global. Uma vez posta na arena política, tem gerado entendimentos e desentendimentos. Discute-se como reduzir a geração do lixo gasoso. Nem todos agem, empurram a responsabilidade para outros. No entanto várias ações efetivas, de grande valor neste cenário, são empreendidas ao redor do mundo. Precisa que sejam mais.</p>
<div id="attachment_223" class="wp-caption aligncenter" style="width: 524px"><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/06/274667176_ed8140a9cf_b7.jpg"><img class="size-full wp-image-223 " title="274667176_ed8140a9cf_b" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/06/274667176_ed8140a9cf_b7.jpg" alt="Água, em muitos lugares vista como sem limites, passa a não ser mais assim. " width="514" height="212" /></a><p class="wp-caption-text">Água, em muitos lugares vista como sem limites, passa a não ser mais assim. </p></div>
<p>A recente publicação do estudo <em>Economia da Mudança do Clima no Brasil: Custos e Oportunidades</em><a href="#_ftn1">[1]</a> mostra para o Brasil o que já antes havia sido apontado para o mundo em 2006 pelo britânico <strong><em>Relatório Stern<a href="#_ftn2">[2]</a></em></strong>, que o inspirou: uma das principais conseqüências das mudanças climáticas é a alteração na disponibilidade da água, e suas conseqüências sobre a saúde, a produção de alimentos e a economia como um todo.</p>
<p>Sabemos que água existe em grande quantidade na terra, e é base da vida nela. Flui através de um grande e complexo sistema natural, ao qual associamos atavicamente um conceito de estabilidade. Muitos dos grandes agrupamentos urbanos formaram-se e cresceram às margens de rios importantes, percebidos como corpos d’água perenes, ou à beira do mar. Os regimes de chuvas, associados às estações do ano, ditaram a localização das diferentes zonas agrícolas no mundo, nas quais se fixaram populações e sistemas produtivos. Há ciclos, variações, dentro de limites que a observação histórica permite ver. Previsões climáticas são a base para o planejamento da produção de alimentos ao redor do mundo, desde sempre. Os períodos de recorrência de chuvas são, por seu lado, usados sistematicamente no dimensionamento de obras civis, técnica comum na engenharia. Princípios tradicionais de direito, como a outorga de cursos d’água e o direito à passagem de águas para irrigação e pluviais, remontam à era romana. Proteção de mananciais e corpos d’água é há tempo praticada por governos e agências ambientais. Os órgãos de saneamento básico, distribuidores de água nas cidades, ao cobrarem pelos seus serviços, criam um processo de valoração da água perante seus consumidores. Tudo, porém, dentro de um ambiente de normalidade.</p>
<p>No entanto, avizinham-se mudanças decorrentes de um nível de efeito estufa nunca antes ocorrido na presença da civilização humana, tal com a concebemos agora. Embora a água exista, em bruto, em quantidade estável, seu fluxo passa a se alterar para muito além dos ciclos antes vistos como naturais. Espera-se, por exemplo, que vários rios, cujos mananciais têm origem em cordilheiras geladas, tenham suas vazões drasticamente reduzidas pelo seu degelo. Isto já está identificado, por exemplo, em elação à cordilheira do Himalaia, que dá origem a bacias hidrográficas nas quais vive mais de um bilhão de pessoas, principalmente na Índia e China. Certamente serão afetadas gravemente, com as conseqüências sócio-políticas que podemos facilmente imaginar. Regiões agrícolas tradicionais terão forte redução de produtividade, enquanto outras ganharão força, novamente impactando as relações sócio-políticas internacionais, por vezes de forma grave.</p>
<p>No Brasil, algumas perspectivas indicadas pelo estudo acima citado (pág 7):</p>
<p><em>No Nordeste, as chuvas tenderiam a diminuir 2-2,5 mm/dia até 2100, causando perdas agrícolas em todos os estados da região. O déficit hídrico reduziria em 25% a capacidade de pastoreio de bovinos de corte, favorecendo assim um retrocesso à pecuária de baixo rendimento.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O declínio de precipitação afetaria a vazão de rios em bacias do Nordeste, importantes para geração de energia, como a do Parnaíba e a do Atlântico Leste, com redução de vazões de até 90% entre 2070 e 2100.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Haveria perdas expressivas para a agricultura em todos os estados, com exceção dos mais frios no Sul-Sudeste, que passariam a ter temperaturas mais amenas.</em></p>
<p>e</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Energia. </em></p>
<p><em>Perda de confiabilidade no sistema de geração de energia hidrelétrica, com redução de 31,5% a 29,3% da energia firme. Os impactos mais pronunciados ocorreriam nas regiões Norte e Nordeste. No Sul e no Sudeste os impactos se mostrariam mínimos ou positivos, mas neste caso não compensariam as perdas do Norte e do Nordeste.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Agropecuária. </em></p>
<p><em>Com exceção da cana-de-açúcar, todas as culturas sofreriam redução das áreas com baixo risco de produção, em especial soja (-34% a -30%), milho (-15%) e café (-17% a -18%). A produtividade cairia em particular nas culturas de subsistência no Nordeste.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Água, este recurso abundante, em muitos lugares visto como sem limites, passa a não ser mais assim.</p>
<p>Quanto consumimos? O quanto dependemos desta disponibilidade? O quanto podemos nos ajustar para enfrentar uma redução? Podemos consumir menos? Quanto? Quando? A que teremos que renunciar? A que custo?</p>
<p>Numa perspectiva empresarial, como dar respostas objetivas, bem conceituadas, bem quantificadas, que possam suportar ações de planejamento consistentes? Qual a métrica adequada? Como pode ser feita uma boa avaliação de riscos estratégicos relacionados a este tema? Como abordar a questão de forma que seja reconhecida pelos diferentes interlocutores e partes interessadas?</p>
<p>As respostas, agora, estão vindo. O conceito de pegada, <em>footprint</em> em inglês, com o arcabouço conceitual que o acompanha, vem dar bom suporte metodológico ao tema. Destaque deve ser dado ao <strong><em>Global Water Tool<a href="#_ftn3">[3]</a></em></strong> do <em>WBCSD &#8211; World Business Council for Sustainable Development</em> e também à organização internacional <strong><em>Water Footprint Netwotk<a href="#_ftn4">[4]</a></em></strong>, que provê uma orientação interessante de abordagem prática, também no ambiente empresarial.</p>
<p>A <strong>ATA</strong>, que vem se dedicando há alguns anos ao tema das emissões de gases de efeito estufa, passa a aplicar suas competências também na área do uso da água, principalmente na perspectiva empresarial, apoiando a elaboração de inventários, avaliações de impacto e o desenvolvimento das estratégias de gestão correspondentes.</p>
<hr size="1" />
<address>
<address><a href="#_ftnref"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span>[1]</span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span> editado por Sergio Margulis e Carolina Burle Schmidt Dubeux e coordenação geral de Jacques Marcovitch &#8211; São Paulo: IBEP Gráfica, 2010</span></span></span></span></address>
<p><a href="#_ftnref"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span>[2]</span></span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span> http://webarchive.nationalarchives.gov.uk/+/http:/www.hm-treasury.gov.uk/sternreview_index.htm</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><a href="#_ftnref"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span>[3]</span></span></span></span></a></span></span></span><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span> www.wbcsd.org/web/watertool.htm</span></span></span></span></span></p>
<p><a href="#_ftnref"><span style="color: #000000;"><span style="color: #000000;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span>[4]</span></span></span></span></span></span></a><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span><span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"><span> http://www.waterfootprint.org/</span></span></span></span></span></p>
</address>
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		<title>PDD Tavex</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/06/15/173/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 14:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[pdd]]></category>

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		<description><![CDATA[PDD Tavex
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/06/PDD-Tavex.pdf">PDD Tavex</a></p>
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		<title>McDonald’s lança projeto de biodiesel a partir do óleo de cozinha</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/06/09/mcdonald%e2%80%99s-lanca-projeto-de-biodiesel-a-partir-do-oleo-de-cozinha/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 20:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado pela revista Globo Rural em 8/6/2010. Texto: Mariana Caetano

Companhia de fast-food cria sistema para transformar resíduos de frituras em biocombustível, que abastece os caminhões de entrega da rede. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 490px"><img title="Caminhao" src="http://globorural.globo.com/edic/295/caminhao.jpg" alt="Parte da frota de caminhões que abastece lojas da McDonalds será movida a biodiesel " width="480" height="254" /><p class="wp-caption-text">Parte da frota de caminhões que abastece lojas da McDonald&#39;s será movida a biodiesel </p></div>
<p>Os restaurantes <strong>McDonald’s</strong> do Brasil estão iniciando um processo para dar destino mais nobre aos cerca de três milhões de litros de <strong>óleo de cozinha</strong> utilizados na fritura de batatas e empanados. O material, que já era reciclado e encaminhado à fabricação de sabão, começa a ser transformado em <strong>biodiesel</strong>, ganhando os tanques dos caminhões que fazem a entrega de produtos alimentícios às lojas da empresa.</p>
<p>Lançado oficialmente nesta terça-feira (08/06), o programa é resultado de três anos de pesquisas. Liderado pela <strong>Arcos Dourados</strong>, dona das franquias McDonald&#8217;s na América Latina, e pela <strong>Martin-Brower</strong>, responsável pela logística e distribuição da rede, o projeto envolve outras nove parcerias: <strong>Volkswagen</strong>, <strong>Shell</strong>, <strong>Thermo King</strong>, <strong>SP BIO</strong>, <strong>Tietê Caminhões e Ônibus</strong>, <strong>MWM International</strong>, <strong>Cummins</strong>, <strong>Tek Diesel</strong> e <strong>Ativos Técnicos e Ambientais (ATA).</strong></p>
<p>De acordo com o diretor-geral da Martin-Brower, Tupa Gomes, a iniciativa traz benefícios ambientais e econômicos. De um lado, há a diminuição de 26% das emissões de gás carbônico na cadeia de abastecimento dos restaurantes, destinação segura para o óleo e contribuição para a melhoria da qualidade do ar. De outro, há a economia gerada pelo suprimento próprio de parte do combustível – estima-se que o projeto possa reduzir em até 40% a necessidade de compras de diesel da companhia. “Esse é o nosso <strong>Proálcool</strong>, e possivelmente o exportaremos para a matriz, nos Estados Unidos”, afirma o executivo.</p>
<p><strong>Circuito fechado</strong></p>
<p>Um processo de <strong>logística reversa</strong> norteia o sistema de transformação de óleo de cozinha da McDonald’s em biodiesel: os mesmo caminhões que realizam as entregas de alimentos às lojas são responsáveis pelo recolhimento do óleo. Assim que é coletado, o produto das frituras é levado à sede da Martin-Brower, em Osasco, SP, onde é armazenado e posteriormente enviado à usina da SP BIO, localizada em Sumaré, SP, que produz o biodiesel. Para fechar o ciclo, o combustível abastece os caminhões, que fazem as entregas seguintes e recolhem mais óleo para ser usado em uma nova fabricação de biodiesel.</p>
<p>nicialmente, o projeto está em operação em 20 restaurantes de São Paulo (ao todo, são 580 no país). A frota é composta por 4 veículos que rodam com <strong>B20</strong> (20% de biodiesel adicionado ao diesel comum) e outro com <strong>B100</strong> (100% de biodiesel). Os caminhões com B20 não necessitaram de nenhum ajuste mecânico, já o com B100 leva um pacote tecnológico, que possibilita a partida a diesel e a injeção progressiva de biodiesel no motor.</p>
<p>Em cerca de um ano de testes, já foram produzidos 61,9 mil litros de combustível por meio do programa, sendo 59,6 mil litros de B20 e 2,3 mil litros de B100. Em relação ao rendimento, o biocombustível mostrou-se menos eficiente que o diesel, com alta de 6% no consumo de litros por quilômetro.</p>
<p><span style="color: #333399;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;">Segundo Ricardo Neuding, sócio-diretor da ATA, empresa que cuidou da coordenação e consultoria técnica dos testes, o projeto é viável porque se utiliza de uma estrutura logística já existente, gerando poucos custos extras. “Além disso, não compete com a produção de alimentos nem aumenta a </span></span></span><strong><span style="color: #333399;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;">pressão por desmatamento</span></span></span></strong><span style="color: #333399;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000;">, críticas comuns à produção de biocombustíveis”, diz.</span></span></span></p>
<p>O próximo passo é criar um programa de crédito de carbono, com a devida autorização da Organização das Nações Unidas (<strong>ONU</strong>). Em breve deve haver também a ampliação da coleta de óleo para outros restaurantes McDonald’s e a construção de uma usina própria.</p>
<p><em>Artigo publicado pela revista Globo Rural em 8/6/2010. Texto: Mariana Caetano</em></p>
<p>http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1711075-1934,00.html</p>
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		<title>Na linha de frente do mercado de carbono</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/03/29/na-linha-de-frente-do-mercado-de-carbono/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 18:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Passado alguns meses da COP15 de Copenhague, a poeira vai se assentando e algo começa a ser vislumbrado. Confirmou-se lá a dificuldade de lideranças governamentais, reunidas sob processo decisório da ONU, de estabelecerem um consenso mundial sobre o tema.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_152" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/05/100329.ATA_.BrasilEconomico.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-152  " title="Eduardo Petit e Ricardo Neuding entrevistados pelo jornal Brasil Econômico" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/05/100329.ATA_.BrasilEconomico-150x150.jpg" alt="Ricardo Neuding fala para Brasil Econômico" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Neuding fala para Brasil Econômico</p></div>
<p>Passado alguns meses da COP15 de Copenhague, a poeira vai se assentando e algo começa a ser vislumbrado. Confirmou-se lá a dificuldade de lideranças governamentais, reunidas sob processo decisório da ONU, de estabelecerem um consenso mundial sobre o tema. Por outro lado sua relevância e urgência foram confirmadas por todos os presentes, de uma ou outra forma. Combinados estes dois vetores levam a uma conclusão: a COP15 sinaliza a devolução à sociedade  da tutela da transição para uma economia de baixo carbono.</p>
<p>[...] Leia na Íntegra clicando na figura acima</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Brasil é o quarto maior originador de Créditos de Carbono do mundo</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2010/03/11/144/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 18:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil está entre os maiores originadores de Créditos de Carbono, no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), do mundo. Segundo dados da UNFCCC (Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima), o país está atrás apenas da China, Índia e Coreia do Sul.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_145" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/05/100301.ATA_.MeioporInteiro2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-145" title="Entrevista Ricardo Neuding para a Revista O Meio por Inteiro" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2010/05/100301.ATA_.MeioporInteiro2-150x150.jpg" alt="Ricardo Neuding fala para O Meio por Inteiro" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Neuding fala para O Meio por Inteiro</p></div>
<p>O Brasil está entre os maiores originadores de Créditos de Carbono, no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), do mundo. Segundo dados da UNFCCC (Convenção Quadro das Nações nidas sobre Mudanças do Clima), o país está atrás apenas da China, Índia e Coreia do Sul. Além disso mais de 350 projetos estão em andamento. O Crédito de Carbono é um instrumento pelo qual uma redução de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), feita por determinada empresa, pode ser transferida para o uso de outra, para o cumprimento de suas metas de redução de emissões. Uma unidade equivale a uma redução certificada de emissão de uma tonelada de CO2 ou equivalente de Gases de Efeito Estufa, que em excesso na atmosfera terrestre, dificultam a dissipação de calor do planeta para o espaço, levando ao aquecimento global.</p>
<p>[...] Leia na Íntegra clicando na figura acima</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Copenhagen: it’s up to us (en)</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2009/12/24/copenhagen-it%e2%80%99s-up-to-us-en/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 02:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Observing the results from Copenhagen and the reaction of the press and different opinion-makers ATA states the following position:
The difficulty and even the inability of government leaderships to establish a world consensus on the theme, gathered under the decision-making process of the UN, has been confirmed. On the other hand, its relevance was confirmed by [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Observing the results from Copenhagen and the reaction of the press and different opinion-makers ATA states the following position:</strong><br />
The difficulty and even the inability of government leaderships to establish a world consensus on the theme, gathered under the decision-making process of the UN, has been confirmed. On the other hand, its relevance was confirmed by all participants in one way or another. Combined, these two vectors lead to a conclusion: <strong> COP-15 is turning leadership back to the society, to conduct the transition to a low-carbon economy.</strong> Responsibility raises for companies and individuals, and local governments, to proceed with action. After all it its not the Copenhagen summit itself that emits Carbon.<br />
The hopes and pressures from the society, so far concentrated on the COP, turn themselves immediately towards the direct agents of Carbon emissions. The target shifts but the intensity is the same, in our opinion <strong>there is no loss of momentum.</strong> We will have, more and more, to answer to these fare demands.<br />
It would be better to have in place a big international regulatory system, mainly as far as the security of some mechanisms and tools is concerned. Without it, other existing structures are to fill in the space. We see a growth perspective to the Carbon Voluntary Market, as well as national or regional cap-and-trade initiatives, like in the EU or in the USA. Will we reach a big agreement in the COP-16 in Mexico next year? In may be. But the problem will not wait for it, and in our opinion neither will the society.<br />
<strong>Meanwhile, a Copenhagen Accord have been reached. It is a new negotiation track, mainly due to the remarkable participation of the US and China as well. The initiative to go around the hard procedures of the UNFCCC, including the 100% vote needed, and get to a direct agreement between parts is very interesting. A new perspective opens here. It may surprise us.<br />
<strong> Brazil played an important role in that accord.</strong> It is clear that the Brazilian government wishes to consolidate that leadership. This will be reached through attitudes in the internal field, in order to show the world what the country can do. We will have news around here.<br />
We see clearly a raise in the need for companies to implement <strong>good Carbon Management processes</strong>, as their responsibility becomes more direct: we are at the front now.<br />
From our part ATA will go on responding to the raising demand from companies that want to transform themselves, or more, that want to <strong>lead the transformation</strong>. In work we seek our excellence. </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Copenhague: it’s up to us (pt)</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2009/12/23/copenhague-it%e2%80%99s-up-to-us-pt/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 02:33:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Observando os resultados de Copenhague e as reações de formadores de opinião e da imprensa, a ATA posiciona-se da seguinte maneira:
Confirmou-se a dificuldade, ou mesmo a incapacidade, de lideranças governamentais, reunidas sob o processo decisório da ONU, estabelecerem um consenso mundial sobre o tema. Por outro lado, sua relevância e urgência foi confirmada por todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Observando os resultados de Copenhague e as reações de formadores de opinião e da imprensa, a ATA posiciona-se da seguinte maneira:</p>
<p>Confirmou-se a dificuldade, ou mesmo a incapacidade, de lideranças governamentais, reunidas sob o processo decisório da ONU, estabelecerem um consenso mundial sobre o tema. Por outro lado, sua relevância e urgência foi confirmada por todos os participantes, de uma ou outra forma. Combinados, estes dois vetores levam a uma conclusão: <strong>a COP-15 está devolvendo à sociedade a tutela da transição para uma economia de baixo carbono</strong>. Aumenta a responsabilidade de empresas e pessoas, além dos governos locais, de prosseguir com a ação. Afinal, quem emite Carbono não é a cúpula reunida em Copenhague.</p>
<p>Os anseios e as pressões da sociedade, que até aqui se concentraram sobre a COP, voltam-se imediatamente para os agentes diretos das emissões de Carbono. O alvo muda, mas a intensidade é a mesma, <strong>não há, na nossa opinião, perda de “momentum”</strong>. Cada vez mais teremos que responder a estas demandas, que são legítimas.</p>
<p>Ter um grande marco regulatório internacional seria melhor, principalmente quanto à segurança de certas ferramentas e mecanismos. Na sua falta, outras estruturas existentes passam a ocupar mais espaço. Vemos uma perspectiva de crescimento do Mercado Voluntário de carbono, assim como a valorização das iniciativas “cap-and-trade” nacionais ou regionais, tais com as da União Européia ou dos USA. Teremos o grande acordo na COP-16, no México, daqui a um ano? Pode ser. Mas o problema não vai esperar, e, em nossa opinião, a sociedade também não vai esperar.</p>
<p><strong>No entanto, obteve-se um Acordo de Copenhague</strong>. É um novo trilho de negociações, principalmente pelo fato notável de contar com a participação dos USA, e também da China. A iniciativa de contornar os difíceis procedimentos do UNFCCC, que incluem a necessidade de unanimidade nas decisões, e ir para um acordo direto entre partes é muito interessante. Abre-se aí uma nova perspectiva, que, talvez, venha a surpreender.</p>
<p><strong>O Brasil teve um papel importante na costura deste acordo.</strong> O governo brasileiro desejará consolidar a liderança que ali criou. Sem dúvida esta consolidação será baseada em atitudes no campo interno, de forma a mostrar ao mundo a que veio o país. <strong>Vamos ter novidades por aqui.</strong></p>
<p>Vemos aumentar claramente a necessidade de as empresas estabelecerem <strong>bons processos de gestão de suas emissões de Carbono,</strong> já que agora sua responsabilidade se torna mais direta: estamos na linha de frente.</p>
<p>De nossa parte, a ATA continua a atender à crescente demanda de empresas que desejam se transformar, mais que isso, que desejam <strong>liderar a transformação</strong>, estarem na vanguarda. Assim buscaremos nossa excelência: arregaçando as mangas.</div>
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