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	<title>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</title>
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	<description>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</description>
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		<title>Instituições financeiras assinam apoio à Rio 20</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 20:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre os signatários estão o International Financial Corporation IFC, bancos, empresas e instituições de países como EUA, Grã Bretanha, Africa do Sul e México]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="O Estado de S. Paulo" href="http://http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,instituicoes-financeiras-assinam-apoio-a-rio20,868030,0.htm">O Estado de S.Paulo</a></p>
<p>3 de Maio</p>
<p>Mais de 20 instituições financeiras, incluindo órgãos multilaterais, assinaram ontem em Washington a Declaração do Capital Natural, que busca mostrar a preocupação do setor com o meio ambiente às vésperas da Rio+20.</p>
<p>Entre os signatários, estão o International Financial Corporation (IFC), que é um braço do Banco Mundial, bancos, empresas e instituições financeiras de países como os EUA, Grã-Bretanha, África do Sul e México.</p>
<p>O anúncio acontece paralelamente aos debates em Nova York para o documento a ser debatido na Rio+20, que ocorre em junho, no Brasil. Amanhã, a segunda rodada de negociações se encerra e deve ser divulgado um comunicado com os avanços ao longo das duas últimas semanas.</p>
<p>A Declaração do Capital Natural é vista como um dos pontos-chave para a Rio+20, quando será oficialmente lançada. O objetivo é &#8220;mostrar o compromisso em direção à integração de um critério de capital natural para produtos e serviços no século 21&#8243;.</p>
<p>Segundo os organizadores, &#8220;o Capital Natural incorpora todos os ativos naturais da Terra (solo, ar, água, flora e fauna) e todos seus serviços ecossistêmicos, que tornam possível a existência de vida humana. Produtos e serviços provenientes do Capital Natural valem trilhões de dólares por ano e constituem alimentos, fibras, água, saúde, energia, segurança climática e outros serviços essenciais a todos&#8221;.</p>
<p>Por este motivo, diz o comunicado, &#8220;é preciso fortalecer a importância do capital natural para a manutenção de uma economia global sustentável, ao pedir para os setores privado e público um trabalho conjunto neste sentido&#8221;.</p>
<p>Segundo o presidente do IFC, Lars Thunell, o órgão ligado ao Banco Mundial &#8220;está firmemente comprometido em proteger o meio ambiente. Essa declaração convoca o setor público e o setor privado a trabalhar juntos para criar as condições necessárias para manter e reforçar o Capital Natural como um ativo crucial, do ponto de vista econômico, ecológico e social&#8221;.</p>
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		<title>Licitações vão ter regras para &#8220;Produtos Verdes&#8221;</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2012/04/11/licitacoes-vao-ter-regras-para-produtos-verdes/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 18:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo Dilma Rousseff prepara um decreto criando regras e instituindo um percentual obrigatório mínimo de compra de "produtos verdes"nas licitações públicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo Dilma Rousseff prepara um decreto criando regras e instituindo um percentual obrigatório mínimo de compra de &#8220;produtos verdes&#8221; nas licitações públicas, informa reportagem de <strong>Toni Sciarretta</strong> e <strong>Claudia Rolli</strong>na <strong>Folha</strong> deste domingo.</p>
<p>A <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/35870-decreto-regulara-compra-verde-do-governo.shtml">íntegra</a> está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a <strong>Folha</strong>).</p>
<p>Será valorizada nas licitações a contratação de produtos e serviços que gerem menos resíduos e que tenham menor consumo de água, matérias-primas e energia em sua fabricação.</p>
<p>A iniciativa faz parte de uma agenda de propostas que o governo quer levar para discussão na Rio+20, a conferência de desenvolvimento sustentável da ONU que ocorre em junho no Rio de Janeiro.</p>
<p>Na conferência, o governo quer &#8220;dar o exemplo&#8221; e obter o compromisso público de alguns dos maiores consumidores do planeta &#8211;empresas, escolas, hotéis, hospitais, shoppings, setor público e outros&#8211; de adotarem cotas mínimas de compra de &#8220;produtos verdes&#8221; que agridam menos o ambiente.</p>
<div></div>
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		<title>World Environment Day celebrated in Brazil</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2012/04/04/world-environment-day-celebrated-in-brazil/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 18:35:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque_en]]></category>

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		<description><![CDATA[The World Environment Day will be celebrated in Brazil on June, 5th by the UNEP &#8211; United Nations Environment Program. Visit www.unep.org/wed/.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The World Environment Day will be celebrated in Brazil on June, 5th by the UNEP &#8211; United Nations Environment Program. Visit <span style="color: #3366ff;"><a title="www.unep.org/wed/" href="http://www.unep.org/wed/"><span style="color: #3366ff;">www.unep.org/wed/</span></a></span>.</p>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente será comemorado no Brasil</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2012/03/27/816/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 21:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Brasil será sede do Dia do Meio Ambiente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 5 de junho, será celebrado no Brasil o Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente- Pnuma- interessante visitar o site <a title="PNUMA" href="http://www.unep.org/portuguese/WED" target="_blank"><strong>unep.org/potuguese </strong>/WED</a>.</p>
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		<title>22 de Março é o dia Mundial da Água</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2012/03/18/22-de-marco-e-o-dia-mundial-da-agua/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 14:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nasceu no dia 22 de  março de 1992 na ONU, junto com o documento Declaração Universal dos Direitos da Água. A água é indiscutivelmente um dos principais vetores da sustentabilidade, foco de atenção mundial. O evento é coordenado pela FAO &#8211; Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, que tem alertado para situações de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nasceu no dia 22 de  março de 1992 na ONU, junto com o documento <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/agua/declaracao.html">Declaração Universal dos Direitos da Água</a></span>. A água é indiscutivelmente um dos principais vetores da sustentabilidade, foco de atenção mundial. O evento é coordenado pela FAO &#8211; Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação, que tem alertado para situações de escassez de água, material ou econômica, que atingem várias populações ao redor do mundo.</p>
<p>Nesse dia de comemoração destacamos nossos mais recentes projetos de Pegada Hídrica. A ATA vem trabalhando esse tema junto aos seus clientes nos setores de alimentação, mineração, construção civil  e gestão de bacias hidrográficas.  Parceiros desde 2010 ao <em>Water Footprint Network,</em> desenvolvemos a compreensão, mensuração e redução dos impactos sobre a água.</p>
<p>Este ano o DIA MUNDIAL DA ÁGUA abordará a SEGURANÇA ALIMENTAR, tema com que já estamos familiarizados através dos diferentes projetos que desenvolvemos para o agronegócio, como o projeto pioneiro da <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.marfrig.com.br/imprensa/press-releases/template-release.asp?id=%7BD2458D45-9DAD-431E-AF7B-C9951A09D2B0%7D">Marfrig</a></span>.</p>
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		<title>Australia CO2 farming offset scheme begins</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2011/12/08/australia-co2-farming-offset-scheme-begins/</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[articles]]></category>

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		<description><![CDATA[Australia formally launched on Thursday the world's first regulated carbon offset programme that rewards farmers and other investors in projects which cut greenhouse gas pollution.
The launch comes a month after parliament passed laws that put a price on carbon emissions. It obliges 500 of the country's top polluters to pay for their carbon emissions from the middle of next year.

Those companies will be able to buy offsets from the Carbon Farming Initiative programme, underpinning long-term demand. 

source: Reuters Africa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>source: Reuters Africa - 08 Dec 2011</p>
<p>Australia formally launched on Thursday the world&#8217;s first regulated carbon offset programme that rewards farmers and other investors in projects which cut greenhouse gas pollution.</p>
<p>The launch comes a month after parliament passed laws that put a price on carbon emissions. It obliges 500 of the country&#8217;s top polluters to pay for their carbon emissions from the middle of next year.</p>
<p>Those companies will be able to buy offsets from the Carbon Farming Initiative programme, underpinning long-term demand. Here are details of the scheme.</p>
<p>THE SCHEME</p>
<p>The administrator managing the programme began operation on Thursday and will vet applications for projects based on a growing number of approved project types, called methodologies. A registry for issuing offsets also began operation.</p>
<p>Approved projects will earn Australian Carbon Credit Units that will be issued by the registry to investors who can then trade them. Each ACCU represents a tonne of greenhouse gas emissions.</p>
<p>The programme is meant to complement the national carbon pricing scheme by giving polluting firms another way to manage their future carbon costs.</p>
<p>Agriculture and land use change, such as cutting down forests, accounts for nearly a quarter of Australia&#8217;s total greenhouse gas emissions each year.</p>
<p>The government wants to cut emissions from this sector by creating a market for tradeable offsets that companies or other investors can buy to meet emissions reduction targets. From July 2015, polluters can meet up to 100 percent of their carbon reduction obligations with ACCUs.</p>
<p>Projects can either cut emissions from farming or other land-based projects, such as capturing methane from landfills, or locking away carbon emissions, such as planting large stands of trees that soak up carbon as they grow.</p>
<p>Under the rules, the projects can only earn carbon credits if the investment is additional to that which would occur normally, with the lure of revenue from credit sales making the project financially viable.</p>
<p>Estimates from the government and scientists vary but Australia could cut total annual greenhouse emissions by up to a fifth &#8212; or more than 100 million tonnes &#8212; through offsetting projects on farms, forests or restoring degraded land, but it will take some years before this potential is realised.</p>
<p>While prices for ACCUs are unclear, since the registry has issued none yet, the fixed carbon price for polluters begins at A$23 from next July 1.</p>
<p>PROJECT TYPES</p>
<p>A government panel has been reviewing and steadily approving a variety of offset programmes.</p>
<p>Eligible programmes include:<br />
&#8211; Establishment of permanent plantations on or after July 1, 2007.<br />
&#8211; Regeneration of native vegetation by excluding livestock, culling of feral animals or controlling non-native plants.<br />
&#8211; Restoration of wetlands.<br />
&#8211; Capturing and burning methane from livestock and landfills.<br />
&#8211; Early dry season burning of northern grasslands.<br />
&#8211; Cutting methane emissions from feral camels, goats, deers and pigs.</p>
<p>(Source: Australian Department of Climate Change, CSIRO)</p>
<p>View original article here: http://af.reuters.com/article/energyOilNews/idAFL3E7N83C920111208</p>
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		<title>Sinais de mudanças climáticas a olho nu</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2011/11/28/sinais-de-mudancas-climaticas-a-olho-nu/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 16:33:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Impressão geral entre os povos tradicionais das montanhas do Nepal é de que o clima ‘enlouqueceu’.

fonte: estadao.com.br]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Isso não era para estar assim&#8221;, comenta o guia nepalês Nara Bhujel, olhando incomodado para a névoa que encobre nossa trilha a caminho do Monte Everest, no Parque Nacional do Sagarmatha, no Nepal. &#8220;Nessa época, já era para o céu estar limpo.&#8221; É 12 de novembro e estamos passando por uma floresta de cascatas semicongeladas entre as vilas de Khunde e Dhole, a quase 4 mil metros de altitude. Felizmente, foi um dos poucos dias de tempo fechado que tivemos nas duas semanas de caminhada até o Acampamento-base do Everest. Nos outros dias, céu azul e sol forte o tempo todo, com quase nenhuma nuvem no céu e paisagens incríveis despontando a cada curva. O que também não deixa de ser estranho. Tantos dias seguidos de tempo bom não costuma ser a regra.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pode ter sido sorte. Pode ter sido o aquecimento global.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Na paisagem iluminada pelo Sol, os sinais de mudança climática se tornam evidentes. &#8220;As montanhas costumavam ter muito mais neve. Não tinha tanta rocha exposta&#8221;, diz a guia da expedição, Andrea Cardona, que já fez a trilha até o Everest 14 vezes nos últimos anos. Um comentário que eu ouvi de vários moradores locais, ao longo de um mês caminhando pelas trilhas montanhosas do Nepal.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A impressão geral entre os povos tradicionais das montanhas é de que o clima &#8220;enlouqueceu&#8221; de uns dez anos para cá. Os invernos não são mais tão frios como costumavam ser. A quantidade de neve diminuiu. A chuva não cai mais quando costumava cair. As plantas estão florescendo fora de época. E várias nascentes estão secando.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Antes, na minha vila, a neve vinha até aqui. Agora, só vem até aqui&#8221;, afirma Bhujel, apontando primeiro para o seu joelho e depois, para o seu tornozelo. &#8220;Está tudo errado&#8221;, resume o colega Dorji Tamang, que trabalha com expedições na região há mais de dez anos. &#8220;Não dá para prever mais nada.&#8221;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No Parque Nacional de Langtang, ao norte de Katmandu, a história é bem semelhante. Tão semelhante que os moradores parecem ter combinado suas falas. &#8220;Quando a gente planta, não chove nada. E depois que a gente colhe, chove um montão&#8221;, relata Tensing Lama, da vila de Langtang, um enclave de agricultores e mochileiros espremido entre duas fileiras de picos nevados no centro do parque, a 3,5 mil metros de altitude.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O resultado prático é que as plantações de batata &#8211; item básico de sobrevivência na dieta das montanhas &#8211; não se desenvolvem. E os agricultores sofrem. &#8220;Está tudo ao contrário&#8221;, afirma Lama, confuso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Eles não sabem necessariamente associar o que está acontecendo ao aquecimento global. Mas basta você explicar que tudo se encaixa&#8221;, diz Roshan Sherchan, da organização WWF Nepal, que desenvolve projetos sociais de adaptação às mudanças climáticas na região.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A imprevisibilidade das chuvas se encaixa com perfeição nos modelos de mudança climática, que preveem distorções temporais nos padrões de precipitação em todo o planeta. A quantidade de água que cai do céu pode continuar a mesma, mas a periodicidade com que ela cai deverá ficar mais concentrada e esporádica, produzindo mais tempestades e menos chuvas periódicas &#8211; do tipo que os plantadores de batata precisam.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os ventos também têm dado sinais de &#8220;loucura&#8221; em Lantang. No último inverno, moradores relatam que um vento &#8220;forte e rodopiante&#8221;, parecido com um tornado, baixou sobre a vila, arrancando os telhados de várias casas. Piemba Cho Tine, de 35 anos, conta que foi sugada de dentro de sua residência e jogada a uns 20 metros de distância. Ela, felizmente, não se machucou, mas seu marido e seu filho mais novo, de 1 ano, não tiveram a mesma sorte. Ambos morreram esmagados, debaixo de uma cama, quando o vento derrubou uma parede de pedras sobre eles.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">&#8220;Tinha muita neve descendo da montanha, com pedras e pedaços de coisas rodopiando pelo ar&#8221;, conta Piemba, que agora sobrevive das doações de turistas e da pequena plantação de batatas que cultiva com a ajuda de seus três filhos sobreviventes, de 7, 8 e 9 anos. &#8220;Nunca vi uma coisa dessas.&#8221; Assim como muitos moradores mais simples das montanhas, sem acesso a televisão, rádio ou internet, Piemba nunca ouviu falar de aquecimento global. Mas acha muito estranho o que anda acontecendo com o clima ultimamente.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Menos neve, menos gelo. A algumas horas de caminhada dali, na vila de Kianjin Gumba, as bordas das geleiras que descem do Langtang Lirung, o pico mais alto do parque (7.227 metros), recuam visivelmente montanha acima. Ao olhar para elas, pensei: &#8220;Quando voltar para Katmandu vou procurar um pesquisador que possa me explicar o que está acontecendo aqui&#8221;. Mas não foi preciso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tshering Lama, proprietária de uma das pousadas mais antigas da vila, me deu uma explicação tão boa e convincente quanto a de qualquer cientista. &#8220;Antes, nevava no inverno, quando a terra e o ar estão mais frios, então a neve acumulava e virava gelo. Agora, neva mais tarde, quando a terra e o ar já não estão tão frios, então a neve derrete mais rápido e não vira gelo. Por isso as geleiras estão encolhendo.”</div>
<p><span style="color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;">Por Herton Escobar, de O Estado de S.Paulo</span></p>
<p><span style="color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;">&#8220;Isso não era para estar assim&#8221;, comenta o guia nepalês Nara Bhujel, olhando incomodado para a névoa que encobre nossa trilha a caminho do Monte Everest, no Parque Nacional do Sagarmatha, no Nepal. &#8220;Nessa época, já era para o céu estar limpo.&#8221; É 12 de novembro e estamos passando por uma floresta de cascatas semicongeladas entre as vilas de Khunde e Dhole, a quase 4 mil metros de altitude. Felizmente, foi um dos poucos dias de tempo fechado que tivemos nas duas semanas de caminhada até o Acampamento-base do Everest. Nos outros dias, céu azul e sol forte o tempo todo, com quase nenhuma nuvem no céu e paisagens incríveis despontando a cada curva. O que também não deixa de ser estranho. Tantos dias seguidos de tempo bom não costuma ser a regra.</span></p>
<p><span style="color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;"><strong><em><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Pode ter sido sorte. Pode ter sido o aquecimento global. </em></strong><br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Na paisagem iluminada pelo Sol, os sinais de mudança climática se tornam evidentes. &#8220;As montanhas costumavam ter muito mais neve. Não tinha tanta rocha exposta&#8221;, diz a guia da expedição, Andrea Cardona, que já fez a trilha até o Everest 14 vezes nos últimos anos. Um comentário que eu ouvi de vários moradores locais, ao longo de um mês caminhando pelas trilhas montanhosas do Nepal.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />A impressão geral entre os povos tradicionais das montanhas é de que o clima &#8220;enlouqueceu&#8221; de uns dez anos para cá. Os invernos não são mais tão frios como costumavam ser. A quantidade de neve diminuiu. A chuva não cai mais quando costumava cair. As plantas estão florescendo fora de época. E várias nascentes estão secando.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />&#8220;Antes, na minha vila, a neve vinha até aqui. Agora, só vem até aqui&#8221;, afirma Bhujel, apontando primeiro para o seu joelho e depois, para o seu tornozelo. &#8220;Está tudo errado&#8221;, resume o colega Dorji Tamang, que trabalha com expedições na região há mais de dez anos. &#8220;Não dá para prever mais nada.&#8221;<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />No Parque Nacional de Langtang, ao norte de Katmandu, a história é bem semelhante. Tão semelhante que os moradores parecem ter combinado suas falas. &#8220;Quando a gente planta, não chove nada. E depois que a gente colhe, chove um montão&#8221;, relata Tensing Lama, da vila de Langtang, um enclave de agricultores e mochileiros espremido entre duas fileiras de picos nevados no centro do parque, a 3,5 mil metros de altitude. <br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />O resultado prático é que as plantações de batata &#8211; item básico de sobrevivência na dieta das montanhas &#8211; não se desenvolvem. E os agricultores sofrem. &#8220;Está tudo ao contrário&#8221;, afirma Lama, confuso.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />&#8220;Eles não sabem necessariamente associar o que está acontecendo ao aquecimento global. Mas basta você explicar que tudo se encaixa&#8221;, diz Roshan Sherchan, da organização WWF Nepal, que desenvolve projetos sociais de adaptação às mudanças climáticas na região. <br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />A imprevisibilidade das chuvas se encaixa com perfeição nos modelos de mudança climática, que preveem distorções temporais nos padrões de precipitação em todo o planeta. A quantidade de água que cai do céu pode continuar a mesma, mas a periodicidade com que ela cai deverá ficar mais concentrada e esporádica, produzindo mais tempestades e menos chuvas periódicas &#8211; do tipo que os plantadores de batata precisam.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Os ventos também têm dado sinais de &#8220;loucura&#8221; em Lantang. No último inverno, moradores relatam que um vento &#8220;forte e rodopiante&#8221;, parecido com um tornado, baixou sobre a vila, arrancando os telhados de várias casas. Piemba Cho Tine, de 35 anos, conta que foi sugada de dentro de sua residência e jogada a uns 20 metros de distância. Ela, felizmente, não se machucou, mas seu marido e seu filho mais novo, de 1 ano, não tiveram a mesma sorte. Ambos morreram esmagados, debaixo de uma cama, quando o vento derrubou uma parede de pedras sobre eles.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />&#8220;Tinha muita neve descendo da montanha, com pedras e pedaços de coisas rodopiando pelo ar&#8221;, conta Piemba, que agora sobrevive das doações de turistas e da pequena plantação de batatas que cultiva com a ajuda de seus três filhos sobreviventes, de 7, 8 e 9 anos. &#8220;Nunca vi uma coisa dessas.&#8221; Assim como muitos moradores mais simples das montanhas, sem acesso a televisão, rádio ou internet, Piemba nunca ouviu falar de aquecimento global. Mas acha muito estranho o que anda acontecendo com o clima ultimamente.<br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Menos neve, menos gelo. </strong></span></p>
<p><span style="color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;"><strong style="padding: 0px; margin: 0px;"> </strong>A algumas horas de caminhada dali, na vila de Kianjin Gumba, as bordas das geleiras que descem do Langtang Lirung, o pico mais alto do parque (7.227 metros), recuam visivelmente montanha acima. Ao olhar para elas, pensei: &#8220;Quando voltar para Katmandu vou procurar um pesquisador que possa me explicar o que está acontecendo aqui&#8221;. Mas não foi preciso. <br style="padding: 0px; margin: 0px;" /><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Tshering Lama, proprietária de uma das pousadas mais antigas da vila, me deu uma explicação tão boa e convincente quanto a de qualquer cientista. &#8220;Antes, nevava no inverno, quando a terra e o ar estão mais frios, então a neve acumulava e virava gelo. Agora, neva mais tarde, quando a terra e o ar já não estão tão frios, então a neve derrete mais rápido e não vira gelo. Por isso as geleiras estão encolhendo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; color: #464646;">O &#8220;normal&#8221;, segundo Tshering, era nevar em dezembro e janeiro. Agora, só neva em fevereiro e março. Diferenças pequenas no calendário, mas que podem ser desastrosas para as geleiras e para a agricultura tradicional das montanhas. &#8220;A capacidade de adaptação dessas comunidades é muito limitada&#8221;, diz o pesquisador Arun Shrestha, do Icimod. &#8220;Pequenas alterações podem trazer grandes impactos.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #464646; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;">Enquanto prepara uma sopa de macarrão e batatas para o almoço, Tshering aponta para a face rochosa do Lantang Lirung, preenchendo quase toda a vista da janela da cozinha, e comenta, sem ser perguntada: &#8220;Quando eu era menina, ela era toda branca, sempre. Não dava para ver nada dessas rochas pretas embaixo&#8221;. É como se ela e Andrea tivessem combinado suas falas.</span></p>
<p><span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; color: #464646;"><strong><em>Pode ser coincidência. Pode ser o aquecimento global.</em></strong></span></p>
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		<title>BM&amp;F Bovespa e BNDES elaboram índice para a água</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2011/11/24/bmf-bovespa-e-bndes-elaboram-indice-para-a-agua/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Conceito ainda é estudado pelo banco e a Bolsa de Valores de São Paulo, para avaliar o consumo de recursos hídricos e o modo como são devolvidos para o ambiente. A metodologia de avaliação não será quantitativa, como no ICO2, mas qualitativa.

fonte: Planeta Sustentável, por Marina Franco]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: Planeta Sustentável, por Marina Franco</p>
<p>Nos mesmos moldes do <strong>ICO2 &#8211; Índice de Carbono Eficiente</strong>, lançado em 2010 e que estimula empresas a reportar e reduzir emissões de gás carbônico, a <strong>BM&amp;F Bovespa</strong>* e o <strong>BNDES &#8211; Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social</strong>* estão elaborando um índice de investimento que leva em conta a gestão empresarial de recursos hídricos. As instituições estudam validar o conceito do índice de pegada hídrica e sua viabilidade no mercado de investimentos.</p>
<p>Com o novo índice, a BM&amp;F e o BNDES esperam criar um incentivo para que empresas passem a gerir o consumo e o modo como devolvem a água no meio ambiente; dar transparência ao mercado e aos investidores sobre os riscos de investimento nessas empresas e acelerar a discussão do tema no meio corporativo. &#8220;Hoje essa discussão ainda é muito incipiente&#8221;, afirmou Priscila Camacho Bak, gerente de Meio Ambiente do BNDES, durante o seminário <strong>Brasil e os temas globais</strong>, realizado na semana passada pelo <strong>CEBRI &#8211; Centro Brasileiro de Relações Internacionais</strong>, em São Paulo.</p>
<p>A metodologia para avaliação do desempenho das empresas ainda não foi definida. Mas a ideia é que as empresas convidadas a participar do índice preencham um questionário sobre como tratam os recursos hídricos e que, ao passar dos anos, o índice exija recursos mínimos para a gestão e a comprovação desses requisitos.</p>
<p>De acordo com Priscila, diferente da avaliação quantitativa de emissões de gases poluentes, que é orientada pelo <a href="http://planetasustentavel.abril.com.br/glossario/g.shtml?plv=ghg-protocol-protocolo-de-gases-de-efeito-estufa"><strong>GHG Protocol</strong></a>, a análise para medir a pegada hídrica será qualitativa. &#8220;No caso da água é difícil encontrar um número&#8221;, afirmou. Isso porque o consumo e a devolução de água ao sistema hídrico local variam de acordo com uma série de fatores, como:</p>
<p>- disponibilidade hídrica do território (em todo o Brasil ela é bem variável);</p>
<p>- demanda por água da região;<br />
- sazonalidade e<br />
- efluentes.</p>
<p>Há, ainda, uma dificuldade quanto à base de dados das bacias hidrográficas brasileiras. &#8220;Falta desenvolver uma base de dados mais detalhada, o que demanda certo tempo&#8221;, afirmou.</p>
<p>Depois que a metodologia for definida, o passo seguinte será mobilizar companhias a participar da iniciativa. &#8220;A ideia é convidar, inclusive, indústrias que devolvem efluentes com carga orgânica elevada&#8221;, contou Priscila. Segundo ela, se o ICO2 foi desenvolvido e lançado em dois anos, o índice de pegada hídrica deve demorar, pelo menos, três anos para chegar ao mercado.</p>
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		<title>Por um jeans que gaste menos água</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2011/11/07/por-um-jeans-que-gaste-menos-agua/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 18:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[O que a Levis e outras empresas americanas estão fazendo para reduzir o consumo - e garantir a própria sobrevivência.

fonte: Envolverde - Blog do Leitor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: Envolverde – Blog do Leitor</p>
<p>De Leslie Kaufman - THE NEW YORK TIMES</p>
<p>Do algodoal na Índia ao cesto de roupa suja local, uma típica calça jeans consome 3.480 litros de água durante seu ciclo de vida, diz a Levi Strauss, o suficiente para encher cerca de 15 banheiras de spas.</p>
<p>Isso inclui a água que entra na irrigação da plantação de algodão, na costura da calça e na sua lavagem inúmeras vezes em casa. A companhia quer reduzir esse número &#8211; e não só para projetar responsabilidade ambiental.</p>
<p>Ela teme que a escassez de água causada pelas <span id="CHAVE_627" style="color: navy; font-weight: bold;" title="627/19 | 17701">mudanças climáticas</span> possa colocar em risco sua própria existência nas próximas décadas ao tornar o algodão demasiado caro ou escasso.<br />
<a name="more"></a></p>
<p>Portanto, para proteger seus lucros, a Levis ajudou a capitanear um programa sem fins lucrativos que ensina agricultores na Índia, Paquistão, Brasil e na África Ocidental e Central as mais avançadas técnicas de captação de água da chuva e irrigação.<br />
Introduziu uma marca com brim desbotado amaciado com pedras, mas não com água. E está costurando etiquetas em todos seus jeans conclamando os consumidores a lavarem menos o produto.</p>
<p>As preocupações com conservação não se limitam às gigantes de vestuário: conglomerados de alimentos e bebidas, empresas de tabaco e companhias de mineração e metalúrgicas estão começando a admitir sua pesada dependência de água. A Pepsico, por exemplo, adotou um método de desinfetar garrafas plásticas com ar purificado em vez de água em uma fábrica na Geórgia.<br />
Enchentes. A ameaça de escassez de água foi trazida para a Levis em 2010, quando enchentes no Paquistão e campos esturricados na China destruíram culturas de algodão e fizeram os preços disparar. A companhia usa cerca de um quilo de algodão em cada calça fabricada.</p>
<p>Upmanu Lall, diretor do Columbia Water Center do Instituto da Terra da Universidade Colúmbia, disse que as implicações locais das <span id="CHAVE_1957" style="color: navy; font-weight: bold;" title="1957/19 | 17701">mudanças climáticas</span> ainda estão sendo elaboradas, mas que &#8220;a agricultura, que funciona melhor com um suprimento relativamente consistente de água, será a mais impactada&#8221;.</p>
<p>Muitos grandes produtores, como a Índia, que tem dezenas de milhares de pequenos plantadores de algodão, não têm reservatórios para armazenar água, elevando o risco de escassez.<br />
As companhias com operações no exterior também estão às voltas com custos crescentes de água ou com água não suficientemente limpa. Também há a ameaça de má publicidade se uma corporação for pega desperdiçando a preciosa água local.</p>
<p>Não passa despercebido para fabricantes americanos e europeus que o algodão já compete com os grãos pelas terras aráveis, uma tensão que certamente aumentará na medida em que o mundo terá de alimentar sua população crescente nas próximas décadas.</p>
<p>Como o algodão é cultivado em geral por uma rede difusa de agricultores bem pequenos em mais de 70 países, estimular práticas de uso eficiente da água é um desafio e tanto. O cultivo do algodão é responsável por mais de 3% do uso de água na agricultura e6%de todas as compras de pesticidas.</p>
<p>Em 2005, organizações da indústria do algodão e outras não governamentais, junto com grandes companhias de varejo, como Ikea, Gap e Adidas, fundaram a organização internacional sem fins lucrativos Better Cotton Initiative para promover a conservação da água e reduzir o uso de pesticidas e as práticas de trabalho infantil no setor. A Levis aderiu em 2009.</p>
<p>Um estudo independente de três anos sobre fazendas indianas revelou que as que estão adotando as técnicas reduziram o uso de água e pesticidas numa média de 32%, segundo a iniciativa. O lucro foi20%mais alto que o de um grupo de controle que usou métodos tradicionais.</p>
<p>Kailash Mahall e cultiva algodão em Shelu, cerca de 150 quilômetros a leste de Mumbai, na Índia. Em um lado de sua fazenda de seis hectares, que era usado para comparar métodos, os pés de algodão são cercade30 centímetros mais altos e dão mais flores que os do outro lado.</p>
<p>O campo mais vistoso tem um sistema de irrigação por gotejamento &#8211; um emaranhado de veias de plástico que direciona a água para o sistema de raízes de cada planta &#8211; que foi instalado por recomendação da Better Cotton.</p>
<p>Os apagões de energia, um problema comum na Índia, são menos preocupantes agora porque a irrigação por gotejamento não requer, como os métodos tradicionais, eletricidade por um extenso período. &#8220;O primeiro leva três horas; o outro, três dias&#8221;, disse Mahalle. Seu uso da água caiu cerca de 70%.</p>
<p>Para ler o artigo na integra acesse: http://leitorenvolverde.blogspot.com/2011/11/por-um-jeans-que-gaste-menos-agua.html</p>
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		<title>The heat is on</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2011/10/20/the-heat-is-on/</link>
		<comments>http://www.atapart.com.br/2011/10/20/the-heat-is-on/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 19:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>debora</dc:creator>
				<category><![CDATA[articles]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.atapart.com.br/?p=703</guid>
		<description><![CDATA[A new analysis of the temperature record leaves little room for the doubters. The world is warming.


FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.
FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.

There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.

source: The Economist - Oct 22nd 2011 &#124; from the print edition]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>source: The Economist &#8211; Oct 22nd 2011 | from the print edition</p>
<p><strong>A new analysis of the temperature record leaves little room for the doubters. The world is warming.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.</strong></div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;"><strong>There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.</strong></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2011/10/20111022_STD001_0.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-704" title="20111022_STD001_0" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2011/10/20111022_STD001_0.jpg" alt="20111022_STD001_0" width="476" height="268" /></a></p>
<p style="text-align: left;">FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.</p>
<p>There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.</p>
<p>To most scientists, that is consistent with the manifold other indicators of warming—rising sea-levels, melting glaciers, warmer ocean depths and so forth—and convincing. Yet the consistency among the three compilations masks large uncertainties in the raw data on which they are based. Hence the doubts, husbanded by many eager sceptics, about their accuracy. A new study, however, provides further evidence that the numbers are probably about right.</p>
<p><a href="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2011/10/20111022_STC819.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-705" title="20111022_STC819" src="http://www.atapart.com.br/wp-content/uploads/2011/10/20111022_STC819.gif" alt="20111022_STC819" width="232" height="239" /></a>The uncertainty arises mainly because weather stations were never intended to provide a climatic record. The temperature series they give tend therefore to be patchy and even where the stations are relatively abundant, as in western Europe and America, they often contain inconsistencies. They may have gaps, or readings taken at different times of day, or with different kinds of thermometer. The local environment may have changed. Extrapolating a global average from such data involves an amount of tinkering—or homogenisation.</p>
<p>It might involve omitting especially awkward readings; or where, for example, a heat source like an airport has sprung up alongside a weather station, inputting a lower temperature than the data show. As such cases are mostly in the earlier portions of the records, this will exaggerate the long-term warming trend. That is at best imperfect. And for those—including Rick Perry, the Republican governor of Texas and would-be president —who claim to see global warming as a hoax by grant-hungry scientists, it may look like a smoking gun.</p>
<p>To build confidence in their methodologies, NASA and NOAA already publish their data and algorithms. Hadley CRU is now doing so. A grander solution, outlined in a forthcoming Bulletin of the American Meteorological Society, would be to provide a single online databank of all temperature data and analysis. Part of the point would be to encourage more scientists and statisticians to test the existing analyses—and a group backed by Novim, a research outfit in Santa Barbara, California, has recently done just that.</p>
<p><strong>Inconvenient data</strong></p>
<p>Marshalled by an astrophysicist, Richard Muller, this group, which calls itself the Berkeley Earth Surface Temperature, is notable in several ways. When embarking on the project 18 months ago, its members (including Saul Perlmutter, who won the Nobel prize for physics this month for his work on dark energy) were mostly new to climate science. And Dr Muller, for one, was mildly sceptical of its findings. This was partly, he says, because of “climategate”: the 2009 revelation of e-mails from scientists at CRU which suggested they had sometimes taken steps to disguise their adjustments of inconvenient palaeo-data. With this reputation, the Berkeley Earth team found it unusually easy to attract sponsors, including a donation of $150,000 from the Koch Foundation.</p>
<p>Yet Berkeley Earth’s results, as described in four papers currently undergoing peer review, but which were nonetheless released on October 20th, offer strong support to the existing temperature compilations. The group estimates that over the past 50 years the land surface warmed by 0.911°C: a mere 2% less than NOAA’s estimate. That is despite its use of a novel methodology—designed, at least in part, to address the concerns of what Dr Muller terms “legitimate sceptics”.</p>
<p>Most important, Berkeley Earth sought an alternative way to deal with awkward data. Its algorithm attaches an automatic weighting to every data point, according to its consistency with comparable readings. That should allow for the inclusion of outlandish readings without distorting the result. (Except where there seems to be straightforward confusion between Celsius and Fahrenheit, which is corrected.) By avoiding traditional procedures that require long, continuous data segments, the Berkeley Earth methodology can also accommodate unusually short sequences: for example, those provided by temporary weather stations. This is another innovation that allows it to work with both more and less data than the existing compilations, with varying degrees of certainty. It is therefore able to compile an earlier record than its predecessors, starting from 1800. (As there were only two weather stations in America, a handful in Europe and one in Asia for some of that time, it has a high degree of uncertainty.) To test the new technique, however, much of the analysis uses the same data as NOAA and NASA.</p>
<p><strong>Heat maps</strong></p>
<p>In another apparent innovation, the Berkeley team has written into its analysis a geospatial technique, known as kriging, which uses the basic spatial correlations in weather to estimate the temperature at points between weather stations. This promises to provide a more nuanced heat map than presented in the existing compilations, which either consign an average temperature to an area defined by a grid square or, in the case of NASA, attempt a less ambitious interpolation.</p>
<p>It will be interesting to see whether this makes it past the review process. Peter Thorne, a climatologist at the Co-operative Institute for Climate and Satellites, in North Carolina, describes it as “quite a hard sell in periods that are data sparse”. He adds: “That doesn’t mean you can’t do it. It means you’ve got to prove it works.”</p>
<p>Two of the Berkeley Earth papers address narrower concerns. One is the poor location of many weather stations. A crowd-sourcing campaign by a meteorologist and blogger, Anthony Watts, established that most of America’s stations are close enough to asphalt, buildings or other heat sources to give artificially high readings. The other is the additional warming seen in built-up areas, known as the “urban heat-island effect”. Many sceptics fear that, because roughly half of all weather stations are in built-up areas, this may have inflated estimates of a temperature rise.</p>
<p>The Berkeley Earth papers suggest their analysis is able to accommodate these biases. That is a notable, though not original, achievement. Previous peer-reviewed studies—including one on the location of weather stations co-authored by Mr Watts—have suggested the mean surface temperatures provided by NOAA, NASA and Hadley CRU are also not significantly affected by them.</p>
<p>Yet the Berkeley Earth study promises to be valuable. It is due to be published online with a vast trove of supporting data, merged from 15 separate sources, with duplications and other errors clearly signalled. At a time of exaggerated doubts about the instrumental temperature record, this should help promulgate its main conclusion: that the existing mean estimates are in the right ballpark. That means the world is warming fast.</p>
<p>http://www.economist.com/node/21533360?fsrc=rss%7Csct</p>
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