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	<title>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</title>
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	<description>ATA - Ativos Técnicos e Ambientais</description>
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		<title>Nivel de CO2 na atmosfera atinge marca símbolo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 22:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>RIO – Como esperado, a concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera no Hemisfério Norte <a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/a-beira-do-abismo-climatico-8204751">chegou à marca símbolo de 400 partes por milhão (ppm)</a>, considerada por muitos cientistas o limite a partir do qual um aumento da temperatura média global em 2 graus Celsius será inevitável nas próximas décadas. Embora tal nível já tenha sido atingido no ano passado durante o verão no Ártico, desta vez a medição vem de uma estação de monitoramento no topo da montanha Mauna Loa, no Havaí, que funciona desde 1958. O índice coletado por esta estação, conhecido como “Curva de Keeling”, é o mais longo registro ininterrupto do nível do gás na atmosfera terrestre, sendo, por isso, visto como um padrão por cientistas climáticos de todo o mundo.</p>
<p>Considerado um dos principais gases-estufa causadores do aquecimento global, a última vez que a concentração CO2 chegou a esta marca foi na época do Plioceno, entre 3,2 milhões e 5 milhões de anos atrás, quando o clima na Terra era de 2 a 3 graus Celsius mais quente do que hoje e o nível do mar 25 metros mais alto. Estima-se que há 200 anos, no início da Revolução Industrial, esta concentração estava em cerca de 280 ppm.</p>
<p>Em entrevista a O GLOBO no fim de abril, Ralph Keeling &#8211; geofísico do Instituto Scripps de Oceanografia da Universidade da Califórnia em San Diego e filho de Charles David Keeling, pioneiro no estudo dos gases-estufa e seus efeitos no clima global e responsável pela implantação da estação de monitoramento do Havaí – afirmou esperar que a marca sirva de alerta para que governos e diplomatas destravem as negociações para redução das emissões globais de CO2. Segundo ele, devido às diferenças na industrialização e concentração urbana entre os hemisférios Norte e Sul e os padrões de circulação atmosférica, só no ano que vem a marca deverá ser registrada também por estações abaixo do a Linha do Equador.volume de CO2 na atmosfera atingiu nesta sexta-feira (10) uma marca histórica nos<a href="http://g1.globo.com/topico/estados-unidos/"><strong>Estados Unidos</strong></a>. Pela primeira vez, o índice de dióxido de carbono no ar ficou acima de 400 partes por milhão (ppm) na estação de Mauna Loa, a mais antiga do Havaí. O número significa que, para cada milhão de moléculas existentes no ar, 400 são de CO2, principal gás ligado ao efeito estufa.</p>
<p>saiba mais</p>
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		<title>Água garante vantagem competitiva para o Brasil</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2013/04/05/agua-garante-vantagem-competitiva-para-o-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 19:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Garantir a vantagem competitiva do Brasil na fabricação de bens que necessitam de água passa pela valoração desse recurso no processo produtivo. Por Dal Marcondes* A economia clássica trata os recursos naturais como infinitos e a poluição causada pelas atividades humanas apenas como “externalidades”. Portanto, esses itens não entram na conta dos custos de produtos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Garantir a vantagem competitiva do Brasil na fabricação de bens que necessitam de água passa pela valoração desse recurso no processo produtivo.</em></p>
<p><strong><em>Por Dal Marcondes</em></strong><em>*</em></p>
<p>A economia clássica trata os recursos naturais como infinitos e a poluição causada pelas atividades humanas apenas como “externalidades”. Portanto, esses itens não entram na conta dos custos de produtos, industriais ou agrícolas. Com a água não é diferente. As contas das empresas não contabilizam seu custo e apenas com alguma relutância começam a incluir as despesas com o tratamento para devolver a água com boa qualidade aos rios, lagos e ao mar.</p>
<p>Da mesma forma, os ambientalistas costumam apontar que os produtos em geral carregam embutidos milhares de litros d’água em sua cadeia produtiva. É comum o raciocínio de que, quando se exporta carne, o Brasil estaria embarcando quase 18 mil litros de água a cada quilo desse produto vendido ao exterior. Essa água, também chamada de água virtual, não está sendo enviada para fora do país, mas é necessária para a produção da carne e de qualquer outro produto, seja da indústria, seja do agronegócio. O importante é compreender que, sem a disponibilidade de água em grande volume e com boa qualidade, não é possível produzir absolutamente nada.</p>
<p>Para o professor Pedro Jacobi, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo (USP), é importante contabilizar a água virtual, porque ela é parte dos impactos da produção. Além disso, ela precisa entrar na conta quando se discute a partilha da água entre seus diversos usos. “Quando se calcula a pegada hídrica de um setor da economia ou em uma região, é importante conhecer os volumes de água necessários para a produção de bens e produtos”, explica Jacobi, considerado um dos principais especialistas no tema no país.</p>
<p>O Brasil é líder na exportação de carne bovina, com vendas em torno de 100 mil toneladas por mês, o que significa a necessidade de algo como 1,8 quatrilhão de litros d’água para a produção em toda a cadeia desse alimento. Esse é um número difícil até de imaginar, mas não significa que essa água deixou de existir, apenas que foi utilizada em algum momento da cadeia de valor da carne: para a produção de ração, a formação de pastos, a alimentação do gado ou a lavagem nos diversos processos da indústria. Além disso, o Brasil também lidera a área de produção de grãos e de outras formas de proteína animal. Lembre-se de que essas atividades estão espalhadas pelo território nacional. Portanto, essa água vem de centenas de bacias hidrográficas.</p>
<p>No campo da indústria, outro exemplo de uso de grandes volumes de água é na fabricação de automóveis. Cada unidade necessita, em média, de 60 mil litros de água. Em 2012, foram produzidos 3,34 milhões de automóveis em todas as montadoras que operam no país. Isso representa a necessidade de 2 trilhões de litros d’água para abastecer as montadoras e fábricas de autopeças no período. Portanto, a disponibilidade de água de boa qualidade é uma necessidade para o abastecimento humano, para a produção rural e para o desenvolvimento da indústria.</p>
<p>O presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreu Guillo, lembra um caso recente de uma indústria de computadores, a Foxcom, que quase recuou em seus planos de se instalar em Jundiaí (SP) por não se sentir segura em relação ao abastecimento de água na região. A cidade fica junto às bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, sobrecarregados com o abastecimento da Região Metropolitana de Campinas, além de ter de fornecer água também para áreas da Grande São Paulo.</p>
<p>O Brasil já conseguiu atingir as metas de distribuição de água potável estabelecidas pelos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) formulados pela Organização das Nações Unidas (ONU). Elas propõem reduzir pela metade, até 2015, a quantidade de pessoas sem acesso a água de qualidade. O país já leva água tratada a mais de 90% das residências. No entanto, em relação à coleta e ao tratamento de esgotos, os indicadores ainda são muito baixos. Menos de 60% dos domicílios estão ligados a redes de coleta de esgoto e, de todo o esgoto coletado, menos de 40% são tratados antes de serem devolvidos à natureza.</p>
<p>A distribuição padece de diversos males que comprometem, em alguns casos, mais da metade da água colocada nos canos e adutoras. As perdas têm custos estimados em bilhões de reais, uma vez que o volume que escoa para fora do sistema de distribuição não é tarifado. Ou, pior, impacta para maior o preço da água tarifada. O quadro fica ainda mais turvo quando se recuperam dados da ANA que apontam que 55% dos 5.565 municípios brasileiros vão enfrentar déficits no abastecimento e que em 16% deles não bastará apenas aumentar os investimentos, pois será necessário encontrar novas fontes. A ANA aponta a necessidade de mais de R$ 20 bilhões em investimentos para evitar falhas no fornecimento desse indispensável líquido até 2025.</p>
<p>Os volumes perdidos nas redes de distribuição fazem falta na oferta para o desenvolvimento de negócios nos Estados e cidades, uma vez que o abastecimento humano é considerado prioritário. O economista Ignacy Sachs, especialista em planejamento e economia sustentável, acredita que a disponibilidade de água em fartura é uma das principais vantagens competitivas do Brasil no século XXI, além de sua matriz energética limpa, que também se baseia principalmente na oferta de água em abundância. Para ele, o país pode assumir uma importante liderança na oferta de produtos baseados na biodiversidade, com a produção de alimentos, biocombustíveis e matérias-primas para a indústria. Mas precisa melhorar seu planejamento no uso dos recursos naturais, de forma a garantir a utilização racional dos materiais oferecidos pela natureza e, principalmente, não considerá-los infinitos, mas sim bens que precisam de uma gestão eficaz e compartilhada entre seus diversos usos.</p>
<p>A manutenção da qualidade dos mananciais e a redução do uso na produção industrial e agrícola são metas de muitas empresas que têm na água um de seus insumos fundamentais. Um dos itens de destaque nos relatórios de sustentabilidade das empresas é a meta de reduzir seu uso nos próximos anos. A Dow, uma das principais empresas da área química, conseguiu reduzir seu consumo de água em 20%, entre 2009 e 2011, o que significou gastar cerca de 300 milhões de litros a menos. Outra gigante, desta vez do agronegócio, a Cargill, declarou em seu relatório de 2010 que obteve uma redução de 68% no volume de água utilizado para a produção de cana-de-açúcar. Já a Alcoa planeja uma redução de 30% de toda a água que utiliza até 2030. Na Unilever, a meta é mais ambiciosa: reduzir em 50% a quantidade de água associada ao uso de seus produtos pelos consumidores finais até 2020.</p>
<p><strong>Cobrar pelo uso</strong></p>
<p>Garantir a vantagem competitiva do Brasil na fabricação e exportação de bens requer a valoração da água.</p>
<p>Desde 1997, o Brasil tem uma legislação específica sobre a gestão de recursos hídricos. Trata-se da Política Nacional de Recursos Hídricos, que instituiu os Comitês de Bacias Hidrográficas. E, em 2000, foi criada a Agência Nacional de Águas (ANA), que tem poderes para estruturar a gestão da água no âmbito federal.</p>
<p>Garantir a vantagem competitiva do Brasil na fabricação e exportação de bens que necessitam de grandes volumes de água passa pela valoração desse recurso no processo produtivo. A partir de 1997, como parte da Política Nacional de Recursos Hídricos, ficou estabelecido o preceito de “Cobrança pelo uso da água”. Até então, pelo Código das Águas, de 1934, esse recurso era um bem de uso comum e gratuito. O que se cobra nas contas que chegam às residências todos os meses é o trabalho de captação, tratamento, distribuição e coleta de esgotos, mas não a água em si.</p>
<p>A primeira simulação de cobrança pelo uso da água foi feita no início da década de 1990, na Bacia do Rio Piracicaba. Hoje, esse instrumento já é utilizado em alguns Estados, como Paraná, Santa Catarina, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, além de em bacias federais, como a do Rio Paraíba do Sul, que atravessa os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Ainda é um instrumento que apresenta controvérsias, mas é irreversível, segundo especialistas no setor. É considerado um dos principais expedientes para garantir uma correta partilha de uso de mananciais e também para manter a qualidade da água nas regiões onde é aplicado.</p>
<p><em>* O jornalista </em><strong><em>Dal Marcondes</em></strong><em> é diretor da Envolverde, agência que se dedica à cobertura de temas relacionados ao meio ambiente, educação, desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental empresarial.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
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		<title>Marfrig inicia projeto pioneiro para medir “Pegada Hídrica”</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 02:16:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Empresa é a primeira indústria de alimentos do setor de proteínas animais a monitorar o uso da água na cadeia produtiva de acordo com a metodologia Water Footprint Network. São Paulo, 22 de março de 2012 – O Grupo Marfrig acaba de iniciar o mapeamento da sua “Pegada Hídrica” utilizando a metodologia Water Footprint Network [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa é a primeira indústria de alimentos do setor de proteínas animais a monitorar o uso da água na cadeia produtiva de acordo com a metodologia Water Footprint Network.</em></p>
<p>São Paulo, 22 de março de 2012 – O Grupo Marfrig acaba de iniciar o mapeamento da sua “Pegada Hídrica” utilizando a metodologia Water Footprint Network para medir o uso da água em seus processos produtivos, tornando-se assim a primeira empresa no setor a realizar um projeto de gestão de recursos hídricos com elevado grau de detalhamento.</p>
<p>A Water Footprint Network foi criada em 2008 por entidades, empresas e cientistas empenhados em promover o uso eficiente e sustentável da água. Com crescente reconhecimento internacional, a metodologia já foi aplicada em mais de 200 produtos ao redor do mundo e atualmente conta com 164 organizações parceiras em 28 países. O método permite entender o quanto de água é usada e devolvida ao ambiente ao longo das diferentes fases da cadeia produtiva.</p>
<p><em>“A boa gestão dos recursos hídricos é um dos pontos de grande importância para a sustentabilidade das operações do Grupo Marfrig. A metodologia do Water Footprint Network será aplicada não só para quantificar o uso da água, mas também ajudar a aprimorar a quantificação e avaliação dos impactos ambientais das operações”</em>, diz Clever Pirola Ávila, Diretor de Sustentabilidade do Grupo Marfrig.</p>
<p>O mapeamento da “Pegada Hídrica” terá início através da aplicação da metodologia nas unidades industriais da Marfrig localizadas em Amparo (SP), que é voltada para o processamento de aves, e Bataguassu (MS), destinada à carne bovina. Os resultados serão concluídos ainda no primeiro semestre deste ano e em um segundo momento, a metodologia poderá passar a ser implementada nas demais unidades do Grupo.</p>
<p>As duas unidades foram escolhidas devido à representatividade que ambas têm na produção da Empresa, tanto para o segmento de carne bovina quanto para aves, o que facilitará replicar seus resultados para serem utilizados como referência por outras unidades, inclusive em outros países. Serão levantadas informações a respeito do uso da água em toda a cadeia de produção: desde a criação dos animais ao consumidor final.</p>
<p><em>“O objetivo é fazer um retrato do quadro atual não apenas do consumo, mas principalmente do uso da água nestas duas plantas industriais. Com base nos resultados deste levantamento técnico, teremos um direcionamento a respeito da melhor estratégia de gestão hídrica a ser tomada”</em>, explica Ávila.</p>
<p>Com o início do piloto, a Marfrig também criou um comitê de recursos hídricos no Brasil. <em>“Estas ações são um importante passo para aprimorar cada vez mais as operações do Grupo e fortalecer o compromisso com os mercados nacional e internacional para o fornecimento de produtos sustentáveis”</em>, afirma o executivo.</p>
<p><strong>Outras iniciativas</strong></p>
<p>O pioneirismo da Marfrig na criação de indicadores de uma cadeia produtiva sustentável vai além da mensuração dos recursos hídricos. No ano passado, a Empresa realizou seu primeiro inventário global de gases de efeito estufa, em todas as suas 152 unidades em 22 países, na cadeia produtiva de bovinos, ovinos, suínos e aves, além de incubatórios e fazendas responsáveis pela engorda de bovinos até a entrega de produtos ao primeiro centro de distribuição.</p>
<p>O estudo, que ajudará a Empresa a realizar melhorias para minimizar as emissões de gases poluentes, terá sua edição 2012 lançada no segundo semestre deste ano.</p>
<p>Além dos projetos de água e dos gases de efeito estufa, outra recente conquista do Grupo Marfrig deixou evidente a importância dada pela empresa à gestão sustentável de sua cadeia produtiva.</p>
<p>Lançado em fevereiro, o Relatório Anual 2011 Forest Footprint Disclosure (FFD) fez menção especial à Empresa, considerada pela publicação como a companhia do setor de alimentos que mais obteve progressos em relação à gestão dos impactos florestais de suas operações em 2011.</p>
<p>O estudo FFD convidou 357 empresas internacionais de vários setores para responder a um questionário sobre suas práticas florestais. No entanto, apenas 87 aceitaram participar da iniciativa. No Brasil, entre as 18 empresas convidadas, apenas a Marfrig e outras quatro companhias foram analisadas.</p>
<p><strong>Sobre o Grupo Marfrig</strong></p>
<p>O Grupo Marfrig é uma das maiores empresas globais de alimentos à base de carnes bovina, suína, de aves e peixes. Sua plataforma operacional diversificada e flexível é composta por unidades produtivas, comerciais e de distribuição instaladas em 22 países e em 5 continentes. Considerada uma das companhias brasileiras de alimentos mais internacionalizadas e diversificadas, seus produtos estão presentes hoje em mais de 140 países.</p>
<p>Com aproximadamente 90 mil funcionários, o Grupo Marfrig é o maior produtor de ovinos na América do Sul, a maior companhia de carnes na Argentina, o maior produtor de aves no Reino Unido e a maior companhia privada no Uruguai e na Irlanda do Norte.</p>
<p>Em 2010, foi eleita a “Melhor Empresa do Agronegócio” e “Melhor Empresa de Carnes” pela Revista Exame Maiores e Melhores, a “Melhor Empresa em Sustentabilidade Financeira” pela Revista Isto É Dinheiro e a “Melhor Indústria de Carnes” pela Revista Globo Rural. Em 2011 foi eleita novamente a “Melhor Empresa de Carnes” pela Revista Exame Maiores e Melhores e recebeu o “Troféu Transparência” da ANEFAC – Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Administração, pela qualidade, transparência e padronização das suas demonstrações financeiras.</p>
<p>Com ações negociadas no Novo Mercado da BM&amp;FBOVESPA sob o ticker MRFG3, a Marfrig faz parte dos principais indicadores de desempenho do mercado de capitais brasileiro, como o Ibovespa, o IBrX-50 e o ICO2, carteira teórica composta por companhias que adotaram práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE).</p>
<p>Com o objetivo de garantir no longo prazo a sustentabilidade dos seus negócios, o Grupo Marfrig desenvolve e implementa ações pioneiras e políticas abrangentes de responsabilidade socioambiental em sua cadeia produtiva. Seu Código de Ética único permeia a Corporação e é aplicado em todos os países onde atua. Isto propícia a formação de uma cultura única e global, regida pelos mesmos valores socioambientais. A face mais visível do engajamento da Corporação às práticas de sustentabilidade está nos grupos de trabalhos que a Empresa lidera e nos compromissos públicos que assume em parcerias com as maiores organizações mundiais de defesa da produção sustentável e de preservação da biodiversidade.</p>
<p>Para maiores informações sobre o Grupo Marfrig, acesse <a title="Marfrig" href="http://www.marfrig.com.br" target="_blank">www.marfrig.com.br</a></p>
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		<title>Pegada hídrica entra na agenda da companhias</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 18:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Pegada hídrica entra na agenda das companhias Primeiro, foi a energia. Depois, a geração de resíduos, a biodiversidade e o carbono. Agora também a gestão da água entra para a agenda das empresas como diferencial competitivo a partir de um novo instrumento com potencial de provocar mudanças na estratégia de uso do insumo, induzir tecnologias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
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<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Pegada hídrica entra na agenda das companhias</strong></span></p>
<p>Primeiro, foi a energia. Depois, a geração de resíduos, a biodiversidade e o carbono. Agora também a gestão da água entra para a agenda das empresas como diferencial competitivo a partir de um novo instrumento com potencial de provocar mudanças na estratégia de uso do insumo, induzir tecnologias e influenciar disputas de mercado.</p>
<p>O centro das atenções está nas normas ISO 14.046, da International Organization for Standardization, focadas no consumo hídrico e seus impactos, em fase final de elaboração. &#8220;O viés não será apenas medir o volume de água utilizada na produção, mas também seus impactos desde a obtenção da matéria-prima até o uso final e descarte, considerando os aspectos regionais&#8221;, afirma Rita Monteiro, pesquisadora da Universidade de São Paulo que coordena no Brasil os estudos técnicos para o novo padrão de normas, em desenvolvimento com a participação de 40 países.</p>
<p>Diante de algumas metodologias de &#8220;pegada hídrica&#8221; de menor abrangência hoje existentes no mundo, a atual proposta permite a padronização com base na Análise do Ciclo de Vida (ACV), já adotada em outras normas ambientais, como a ISO 14.040 e 14.044. &#8220;No Brasil, a principal dificuldade para resultados práticos é a falta de um inventário nacional com os dados básicos para os cálculos, mas nada impede que as empresas avancem com estudos próprios&#8221;, ressalta Rita.</p>
<p>A aprovação da norma internacional deverá acelerar o sistema brasileiro de dados, há alguns anos em estudo no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).</p>
<p>&#8220;A novidade influenciará a corrida por espaços no mercado&#8221;, ressalta Haroldo Mattos de Lemos, vice-presidente do comitê técnico responsável pelas normas ambientais da ISO. Em junho, a entidade se reunirá em Botsuana, na África, na última fase do processo para a criação da norma, iniciado há mais de um ano. A água é a bola da vez no debate global. &#8220;Sua disponibilidade determinará o futuro dos negócios e as ações de controle podem significar ganhos na competitividade&#8221;, diz Lemos. Nos últimos vinte anos, por exemplo, o setor de papel e celulose reduziu de 80 para 25 mil litros o consumo para produzir uma tonelada.</p>
<p>A tendência é o volume de água embutida nos produtos ser divulgado nos rótulos e na internet, como faz a Unilever. A empresa tem 38% da pegada hídrica associada à lavagem de roupas e 44% à prática de tomar banho e lavar os cabelos com sabonetes e xampus. &#8220;As corporações são compelidas a melhorar processos produtivos para reduzir impactos específicos do consumo de água e surgem oportunidades de inovação&#8221;, concorda Fernando Malta, coordenador do comitê técnico de água do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS). A instituição acompanha a elaboração das novas normas, concebidas a partir de uma dimensão mais qualitativa sobre o uso de recursos hídricos, baseada nos efeitos ao meio ambiente.</p>
<p>Vista como insumo estratégico relacionado também a questões sociais, a água começa a balizar os investimentos, o design de produtos e as relações comerciais. &#8220;O cálculo da pegada é uma maneira de identificar riscos ao negócio, mas não serve apenas para criar barreiras&#8221;, diz Malta. O processo tem potencial de promover melhorias na cadeia de suprimentos e estabelecer conexões mais nítidas entre o uso de recursos pelos produtos e o consumidor final. Um programa mundial de certificação voluntária para o uso sustentável da água foi lançado em março pela Alliance for Water Stewardship, prevendo critérios ambientais, sociais e econômicos.</p>
<p>O Brasil é um dos oito países nos quais o selo começa a ser aplicado. Na Europa, a primeira empresa a receber o certificado foi a Coca-Cola, que alcançou a meta global de reduzir em 20% o consumo hídrico entre 2004 e 2012. &#8220;O objetivo é neutralizar nossa pegada de água até 2020, devolvendo à natureza o que incorporamos aos produtos&#8221;, revela Ilton Azevedo, diretor de meio ambiente da empresa no Brasil, onde é consumido 1,9 litro de água para cada litro de refrigerante produzido. Em 2001, eram necessários 2,54 litros. No mercado brasileiro, em dez anos a empresa reduziu o uso do insumo em 25% graças ao emprego de novas técnicas, como sistemas de lavagem de garrafas a seco. No Rio de Janeiro, sete fabricantes captam água da chuva como fonte para o processo industrial, o que possibilita a redução média de 3% no consumo.</p>
<p>O World Business Council for Sustainable Development desenvolveu uma ferramenta já aplicada por 300 companhias, prevendo inclusive a quantidade de fornecedores sob estresse hídrico em 2050.</p>
<p>No programa Water for Business, são avaliadas 19 diferentes métricas existentes no mundo para análise de risco relacionada à água. Em recente pesquisa junto a 141 CEOs, a instituição concluiu que 65% deles vê o combate à escassez hídrica como essencial aos negócios na atualidade.</p>
<p>&#8220;É equivocado superdimensionar a pegada pelo volume, sem uma visão mais ampla que considera seus efeitos futuros&#8221;, adverte Emiliano Graziano, gerente de gestão para a sustentabilidade do Espaço Eco, instituição ligada à Basf, especializada em análise do ciclo de vida de produtos e serviços.</p>
<p>Estudo encomendado pela Açúcar Guarani comprovou que a agricultura mecanizada, com uso de localização por satélite e outras tecnologias de precisão, permite economia de fertilizantes químicos e água. &#8220;Enxergar apenas um aspecto, sem a proposta de soluções para uma questão complexa, pode resultar mais tarde em expressivas perdas econômicas&#8221;, alerta Graziano, para quem &#8220;as atuais métricas existentes são limitadas e não contribuem com a melhoria contínua dos processos&#8221;.</p>
<p>Hoje a conta mais utilizada no mercado é a da organização Water Footprint, prevendo três categorias de água: a azul (captada do subterrâneo ou rios, sem retornar ao ambiente), a verde (contida nas plantas) e a cinza (efluentes). A Natura começou a aplicá-la em 2009 para fazer o diagnóstico de toda a cadeia produtiva, da extração de matéria-prima ao descarte dos cosméticos após o uso. Descobriu-se que um terço da pegada se deve à água absorvida por insumos de base agrícola, como o óleo de palma. No total, 52,3% do volume diz respeito aos efluentes. &#8220;Mas a medição não levou em conta se os produtos são ou não biodegradáveis ou tóxicos&#8221;, afirma Denise Alves, diretora de sustentabilidade.</p>
<p>Diante dessa limitação, a empresa passou a estudar outros métodos e chegou a uma solução para avaliar com precisão os impactos. &#8220;Faremos agora um novo inventário da pegada de água para a definição de metas e medidas de redução de consumo&#8221;, anuncia Alves. Em paralelo, são adotadas melhorias na estação de tratamento para elevar a qualidade da água, permitindo o reúso.</p>
<p>Texto de Sergio Adeodato  Para Valor Economico, especial  &#8221;Água&#8221;, dia 22 de Março</p>
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		<title>Gestão sustentável é valorizada  &#8211; Valor Econômico &#8211;</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2013 20:14:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sustentabilidade virou uma palavra-chave nas escolas de gestão de negócio. Cursos específicos, como o master em gestão de sustentabilidade, da FGV, ou o curso de extensão e especialização em gestão da sustentabilidade e responsabilidade corporativa, da Unicamp, ainda são relativamente poucos. No entanto, mesmo quando não criam programas dirigidos especialmente para o tema, as instituições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sustentabilidade virou uma palavra-chave nas escolas de gestão de negócio. Cursos específicos, como o master em gestão de sustentabilidade, da FGV, ou o curso de extensão e especialização em gestão da sustentabilidade e responsabilidade corporativa, da Unicamp, ainda são relativamente poucos. No entanto, mesmo quando não criam programas dirigidos especialmente para o tema, as instituições de ensino procuram ministrar disciplinas voltadas para o assunto em seus cursos regulares. Ou incorporam o tema de forma transversal em suas aulas. Ou seja, incluem o chamado &#8220;triple bottom line&#8221; &#8211; sustentabilidade social, ambiental e financeira- nos programas de formação.</p>
<p>&#8220;Tem havido uma inserção bastante razoável de temas ligados à sustentabilidade nos currículos de graduação, mestrado e doutorado&#8221;, explica Marco Tulio Zanini, coordenador do mestrado executivo da Escola Brasileira de Administração Pública e Empresas da FGV. &#8220;É um assunto que cabe em todas as disciplinas, de finanças e contabilidade à liderança.&#8221;</p>
<p>Para Zanini, a tendência é de que os cursos específicos para a área sejam uma exceção no mercado de educação executiva. &#8220;No fundo, o maior desafio é tornar a sustentabilidade algo tão presente nos cursos de gestão que no longo prazo não se justifique ter cursos isolados para isso&#8221;, diz.</p>
<p>No Ibmec, a demanda por mais conhecimento levou a escola de negócios estudar a criação de uma disciplina específica de sustentabilidade, que será disponibilizada no canal de e-learning do instituto ainda este ano. Segundo o coordenador de negócios do grupo Ibmec, José Luiz Trinta, a opção oferece qualidade, mobilidade e flexibilidade aos alunos que desejarem se aprofundar no tema. &#8220;Para os alunos do e-learning, será uma disciplina obrigatória. Para os alunos dos cursos regulares, será uma eletiva&#8221;, explica.</p>
<p>Trinta ressalta, no entanto, que a criação de um curso voltado exclusivamente para a sustentabilidade não está nos planos do Ibmec. &#8220;Buscamos incorporar essa questão a todos os nossos programas, discutindo a sustentabilidade não apenas do ponto de vista ambiental, mas também em aspectos como governança e responsabilidade social corporativa&#8221;, diz.</p>
<p>&#8220;Na verdade, pode ser até difícil achar um MBA em sustentabilidade, mas é muito mais difícil não tratar do tema sustentabilidade em um MBA&#8221;, afirma Trinta. O coordenador do Ibmec lembra que a sustentabilidade não é apenas uma palavra da moda e que dela depende a sobrevivência das organizações. &#8220;Lorde Keynes dizia que no longo prazo estaremos todos mortos, mas eu diria que apesar disso as empresas devem sobreviver&#8221;, diz. Por isso, argumenta ele, a nova geração de gestores deve estar preparada para lidar com novos modelos de negócios. &#8220;O profissional, em qualquer área, deve sempre buscar equilíbrio entre os aspectos sociais, ambientais e financeiros da empresa.&#8221;</p>
<p>Trinta observa também que, por se tratar de um assunto relativamente novo, o conhecimento a respeito da sustentabilidade e de suas práticas ainda está sendo construído pelas empresas e pelas escolas. &#8220;Buscamos abordar na sala de aula as questões práticas que os próprios alunos trazem das empresas em que trabalham&#8221;, diz.</p>
<p>Já Letícia Casotti, coordenadora do Centro de Estudos em Consumo do Coppead UFRJ, destaca que, ao trazer a sustentabilidade para a sala de aula real ou virtual, as escolas de negócios estão atendendo uma demanda irreversível da sociedade. &#8220;A exigência do consumidor em relação a temas sociais e ambientais aumenta e a cada dia os sinais são mais claros&#8221;, diz. Por isso, afirma, a tendência é que o mercado valorize cada dia mais os profissionais de gestão com conhecimento de boas práticas de sustentabilidade. Essa consciência, no entanto, não é uniforme entre as empresas. &#8220;Quem está obtendo lucros imediatos muito altos nem sempre está prestando atenção nisso, mas deveria.&#8221;</p>
<p>A demanda por competências executivas em sustentabilidade é mais forte em setores com maior potencial de causar danos ao entorno, como indústrias de petróleo, mineração, papel e celulose, entre outras. &#8220;As pioneiras são as empresas que sofrem mais pressão da sociedade ou que são obrigadas por lei a adotar medidas ambientais e sociais para compensar danos causados no entorno de suas operações&#8221;, diz Zanini. &#8220;As empresas não podem mais se dar ao luxo de ter em seus quadros executivos que podem destruir valores da empresa que nem sempre podem ser quantificados.&#8221;</p>
<p>A tendência, no entanto, é que essa mão de obra com visão estratégica sobre o assunto seja cada vez mais valorizada e que a procura por profissionais qualificados aos poucos se estenda para outros setores da economia. &#8220;Uma montadora deve se preocupar com a questão do transporte público, pois o carro vai se tornando inviável nas grandes cidades&#8221;, diz Letícia. &#8220;A Fiat, por exemplo, já está estudando o movimento dos consumidores que deixam seus automóveis de lado para adotar meios de transporte alternativos. Isso é uma visão de futuro.&#8221;</p>
<p>Zanini, por outro lado, observa que, apesar dos avanços, ainda há um longo caminho a percorrer entre a teoria das escolas e a prática das empresas na área de sustentabilidade. &#8220;Infelizmente, a baixa confiança nas instituições e a visão de curto prazo ainda predominam em grande parte das empresas no ambiente corporativo&#8221;, afirma. &#8220;Isso pode desanimar os novos gestores quando chegam às empresas e não empregam na prática a teoria que aprenderam.&#8221;</p>
<p>Para Cláudio Valladares Pádua, reitor da Escola Superior de Conservação e Sustentabilidade, e vice-presidente do Instituto de Pesquisas Ecológicas (Ipê), o mercado profissional na área ainda é relativamente pequeno, mas a tendência é de alta. &#8220;Nos surpreendeu o avanço apresentado pelo setor privado nessa área, durante a Rio+20&#8243;, afirma. Segundo ele, a gestão de sustentabilidade já é uma preocupação clara entre as grandes empresas, embora ainda não seja acessível para as pequenas empresas.</p>
<p>Esse interesse do mercado se reflete na procura pelos cursos da instituição. &#8220;A procura por nosso MBA em gestão de negócios socioambientais, desenvolvido em parceria com a Artemísia e o Ceats/USP, tem sido espetacular&#8221;, diz Pádua. O reitor explica que a escola surgiu como um braço do Ipê, inicialmente oferecendo cursos de curta duração na área, antes de receber autorização para se tornar uma instituição de pós-graduação.</p>
<p>Tanto o mestrado quanto o MBA da Escola de Conservação e Sustentabilidade são pagos, mas muitas empresas custeiam para seus alunos o MBA na instituição. Para quem deseja aproveitar oportunidades nessa área, Pádua recomenda ter uma visão geral das questões ligadas à sustentabilidade. &#8220;Nesse campo é preciso ser um bom generalista e aliar essa visão ao conhecimento profundo de sua área específica&#8221;, explica o reitor.</p>
<p>Artigo Valor Economico- Especial- Educação executiva- Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013</p>
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		<title>Muito gratificante trabalhar buscando excelencia.</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 21:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Veja a Marfrig, que apoiamos na conquista da liderança mundial no Forest Footprint Disclosure 2012! Muito gratificante para a ATA trabalhar visando a excelência.  Release Marfrig: Grupo Marfrig é líder do setor em Gestão de Riscos Ambientais 29/1/2013 Relatório da Forest Footprint Disclosure (FFD) divulgado hoje em Londres avalia o impacto florestal de 100 grandes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Veja a Marfrig, que apoiamos na conquista da liderança mundial no Forest Footprint Disclosure 2012! Muito gratificante para a ATA trabalhar visando a excelência. </strong></p>
<p><strong>Release Marfrig:</strong></p>
<p><strong></strong><strong>Grupo Marfrig é líder do setor em Gestão de Riscos Ambientais</strong></p>
<p><strong>29/1/2013</strong></p>
<p>Relatório da Forest Footprint Disclosure (FFD) divulgado hoje em Londres avalia o impacto florestal de 100 grandes corporações em todo o mundo.</p>
<p><strong>São Paulo, 29 de janeiro de 2013 -</strong> Considerado o mais completo estudo global do impacto das atividades produtivas sobre as florestas tropicais, o Relatório Anual 2012 da Forest Footprint Disclosure (FFD) classificou o Grupo Marfrig como Líder do Setor de Alimentos Embalados e Carnes pelo seu compromisso com as melhores práticas em gestão de riscos ambientais. O estudo avaliou o impacto florestal das operações de 100 grandes corporações em todo o mundo e baseou-se na utilização de cinco commodities: gado, soja, biocombustível, óleo de palma e madeira. Conduzido pela Global Canopy Programme com o suporte do governo da Inglaterra, o Relatório da FFD é o principal e mais completo documento utilizado pelo mercado financeiro para avaliação de riscos ambientais na gestão das empresas, reunindo em um único relatório as melhores práticas mundiais em emissão de carbono, água e florestas. O FFD é apoiado por mais de 77 instituições financeiras que juntas representam US$ 7 trilhões em ativos.</p>
<p>&#8220;O Grupo Marfrig havia se destacado no relatório anterior como a Companhia que mais avançou e agora temos a comprovação tangível de que a implementação global da nossa estratégia de sustentabilidade está trazendo bons resultados&#8221;, afirma Clever Pirola Avila, diretor de sustentabilidade do Grupo Marfrig.</p>
<p>No Relatório Anual 2011 da FFD, as empresas Nestlé e Unilever foram apontadas como as líderes do setor. Neste ano, embora atuem em segmentos distintos, o Grupo Marfrig e a Unilever conquistaram a liderança na categoria criada pela FFD. &#8220;A participação de novos mercados na categoria?Alimentos Embalados e Carnes, juntamente com a adição de novas marcas globais, é calorosamente bem-vinda. Porém, o desempenho do setor ainda é muito variável. Por isso, o FFD reconhece o Grupo Marfrig em sua evolução contínua e liderança nesta área&#8221; esclarece James Hulse, Diretor da FFD.</p>
<p>As empresas líderes que compõem o Relatório Anual 2012 da FFD tem um compromisso em comum: a inovação contínua, viabilizando a perenidade dos negócios e favorecendo a conservação do meio ambiente.</p>
<p>Veja o relatório completo <a href="http://www.forestdisclosure.com/annualreview">clicando aqui</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Forest Footprint Disclosure</strong></p>
<p>Forest Footprint Disclosure (FFD) é um projeto do Programa Global Canopy (BPC), iniciado em 2008 e que tem como objetivo envolver o setor privado na divulgação e compreensão da &#8220;pegada florestal&#8221; de suas operações e/ou cadeias de abastecimento, com base na exposição a cinco principais commodities com potencial de origem em terras desmatadas &#8211; soja, óleo de palma, madeira, produtos de gado e biocombustíveis. O FFD vai além da simples divulgação e funciona como um catalisador para que investidores realmente se envolvam sobre esta questão em seus portfólios.</p>
<p>O FFD é apoiado por mais de 77 instituições financeiras que juntas representam ativos em mais de US$ 7 trilhões.</p>
<p>Em junho de 2012, o Carbon Disclosure Project (CDP) e o BPC anunciaram uma aliança estratégica para divulgação conjunta dos relatórios de carbono e clima, água e florestas, resultando em um sistema mundial de informações &#8211; maior e mais abrangente &#8211; que vai proporcionar às empresas e investidores uma fonte única e integrada de dados para essas questões.</p>
<p>Para maiores informações sobre o FFD, acesse <a href="http://www.forestdisclosure.com/">www.forestdisclosure.com/</a></p>
<p><strong>Sobre o Grupo Marfrig</strong></p>
<p>O Grupo Marfrig é uma das maiores empresas globais de alimentos à base de carnes de aves, bovina, suína, ovina e de peixes, além de massas, margarinas, vegetais congelados e sobremesas. Sua plataforma operacional diversificada e flexível é composta por unidades produtivas, comerciais e de distribuição instaladas em 18 países e em 5 continentes. Considerada uma das companhias brasileiras de alimentos mais internacionalizadas e diversificadas, seus produtos estão presentes hoje em 160 países.</p>
<p>Com aproximadamente 90 mil funcionários, o Grupo Marfrig é o maior produtor de ovinos na América do Sul, a maior companhia de carnes na Argentina, o maior produtor de aves no Reino Unido e a maior companhia privada no Uruguai e na Irlanda do Norte. É também o 3º maior produtor mundial de carnes bovinas e o 2º maior produtor e exportador brasileira de carnes de aves e suínos.</p>
<p>Para maiores informações sobre o Grupo Marfrig, acesse <a href="http://www.marfrig.com.br/">www.marfrig.com.br</a>.</p>
<p><strong>Grupo Marfrig  Diretoria de Comunicação Corporativa</strong></p>
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		<title>Brasil Exporta cerca de 112 trilhões de litros de água doce por ano</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 19:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Contêineres saem diariamente de portos na costa brasileira abarrotados de carne bovina, soja, açúcar, café, entre outros produtos agrícolas exportados para o mundo. Mas dentro deles há um insumo invisível, cujo valor ultrapassa cálculos estritamente econômicos. Ao longo do ano, o Brasil envia ao Exterior cerca de 112 trilhões de litros de água doce, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Contêineres saem diariamente de portos na costa brasileira abarrotados de carne bovina, soja, açúcar, café, entre outros produtos agrícolas exportados para o mundo. Mas dentro deles há um insumo invisível, cujo valor ultrapassa cálculos estritamente econômicos. Ao longo do ano, o Brasil envia ao Exterior cerca de 112 trilhões de litros de água doce, segundo dados da Unesco &#8211; o equivalente a quase 45 milhões de piscinas olímpicas ou mais de 17 mil lagoas do tamanho da Rodrigo de Freitas. Tantos litros são o total dos recursos hídricos necessários para produzir essas commodities. E colocam o País como o quarto maior exportador de &#8220;água virtual&#8221;, atrás apenas de Estados Unidos (314 trilhões litros/ano), China (143 trilhões litros/ano) e Índia (125 trilhões litros/ano).</p>
<p>A exportação desse recurso, ainda que indiretamente, tende a crescer num cenário de escassez global, pressionando o país a pensar em políticas públicas voltadas à gestão hídrica. A posição do Brasil no alto do ranking não se deve tanto ao desperdício da água ou à falta de produtividade nas atividades agropecuárias do país, mas principalmente a um fenômeno global de escassez dos recursos hídricos. Num momento em que países como Malta e Kuwait têm 92% e 90%, respectivamente, de &#8220;água virtual&#8221; importada em seus produtos, o Brasil, com disponibilidade hídrica e territorial, tende a ganhar relevância. Segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), entre 2007 e 2010, as commodities avançaram de 41% para 51% no total de produtos vendidos pelo País ao exterior.</p>
<p>As Nações Unidas (ONU) estimam que, até 2025, cerca de dois terços da população mundial estarão carentes de recursos hídricos, sendo que cerca de 1,8 bilhão enfrentarão severa escassez de água. Na metade do século, quando já seremos 9 bilhões de habitantes do mundo, 7 bilhões enfrentarão a falta do recurso em 60 países. A água, portanto, já é motivo de conflitos em várias regiões do mundo.</p>
<p>&#8220;A alocação dos recursos hídricos, além de ambiental, é uma questão econômica, porque quando a água é escassa é preciso destiná-la para onde haverá maiores benefícios para a sociedade. Mas sendo a água um bem público, o mercado não é o único determinante. A água deve ser usada para produzir alimentos para a população, para culturas ligadas a biocombustíveis ou para plantações de commodities para exportação? Isso é uma escolha política&#8221;, aponta Arjen Hoekstra, criador do conceito de &#8220;pegada hídrica&#8221; e autor de diversos estudos sobre água virtual numa parceria entre Unesco e a Universidade de Twente.</p>
<p>Recursos hídricos sem preço &#8211; Um dos principais parceiros comerciais do Brasil, a China possui 6% da água doce do planeta e já sofre com uma escassez do recurso, aliada a uma redução das terras agricultáveis &#8211; desde 1997, o país já perdeu 6% de sua área cultivável devido à erosão e urbanização. No Brasil, o cenário é outro: o País dispõe 40% de terras aráveis, abriga 12% da água doce do planeta e recebe chuvas abundantes durante o ano em mais de 90% do território &#8211; ainda que numa distribuição hídrica desigual, com um semiárido de água escassa.</p>
<p>&#8220;O Brasil não tem dependência de irrigação, precisa apenas administrar a água da chuva. Não há também a questão populacional, com uma competição entre agricultura e cidades. E enquanto na China há 250 mil unidades agrícolas, no Brasil são apenas 5 mil&#8221;, enumera Marcos Jank, professor da Esalq-USP e especialista em agronegócio.</p>
<p>A crescente demanda por alimentos de um país que pretende crescer 7,5% este ano provocou uma disparada nos preços das commodities brasileiras. Em 2011, a soja, principal produto exportado a Pequim, teve o preço elevado em 31,6%. A China também foi o principal destino das exportações brasileiras, totalizando US$ 44,3 bilhões no ano passado.</p>
<p>&#8220;A tendência de queda dos preços das commodities foi revertida nesta última década com a escassez de água e degradação dos solos mundialmente. E a China foi a principal responsável por essa uma mudança no padrão de comércio&#8221;, afirma Jank. &#8220;O Brasil tem tudo para aproveitar isso, mas hoje a agricultura brasileira está se tornando um negócio de alto custo devido às taxas de câmbio, juros altos e problemas de infraestrutura. São problemas domésticos que estão tirando a possibilidade de usar melhor o boom asiático a nosso favor&#8221;.</p>
<p>A soja brasileira exportada sustenta, sob a forma de ração, boa parte do rebanho bovino da China, que tem aumentado exponencialmente seu consumo de carne. Segundo projeção da &#8220;Economist&#8221;, o consumo de carne bovina na China entre 1985 e 2009 demandou em recursos hídricos o equivalente ao uso anual de água em toda a Europa.</p>
<p>Água sustentável &#8211; A pegada hídrica tem ajudado a mudar o entendimento de que a água é algo finito e gratuito. O desafio agora, segundo especialistas, é melhorar a precisão dos números para, assim, adotar o conceito no comércio formal.</p>
<p>&#8220;Atualmente, ninguém paga o preço total pelo consumo de água. A escassez e a poluição precisam ser incluídas no preço das commodities. Isso criaria um incentivo para consumir e poluir menos. Mas as legislações também podem ser melhoradas e em alguns produtos pode ser útil incluir o uso de água sustentável no rótulo&#8221;, sugere Hoekstra.</p>
<p>A Austrália, sexto maior exportador de água virtual (89 trilhões de litros por ano), segue um modelo de distribuição de recursos hídricos inovador. Foi o primeiro país a instaurar um sistema de comércio da água em 1982: o governo define uma parcela a ser usada pelos agricultores, que podem vender parte dessas licenças de uso que acreditam estarem excedentes. As transações pelos direitos de uso da água no país movimentaram US$ 1,5 bilhão entre 2010 e 2011, segundo dados divulgados pela Comissão Nacional de Água em dezembro passado. Hoje, o sistema passa por uma reforma para reduzir distorções de mercado e dar mais transparência às negociações.</p>
<p>Críticos afirmam que o modelo de privatização dos recursos hídricos deixa os agricultores sujeitos às flutuações de mercado. O australiano Mike Young, do Instituto de Meio Ambiente da Universidade de Adelaide e autor do capítulo sobre água do estudo ONU para a Rio+20, acredita que este sistema é capaz de mensurar de forma eficiente o recurso e garantir a sua preservação.</p>
<p>&#8220;Assim como a Austrália, o Brasil tem muita água, portanto está em vantagem em termos de usar este recurso de modo inteligente para produzir a maior quantidade de bens possível. O futuro do manejo da água está na alocação deste recurso e não em tentar quantificar precisamente quanta água está incluída nas commodities exportadas&#8221;, defende Young. &#8220;De fato, precisamos encontrar meios mais eficientes de usar a água, mas não é preciso ficar preocupado com quanta água é usada em cada produção se o governo estabelece um sistema de alocação. É preciso entender que o comércio cria grandes oportunidades de negócios&#8221;.</p>
<p>No Brasil, a cobrança pelo uso da água na irrigação de plantações funciona através de um sistema de outorgas, dada por órgãos gestores estaduais ou pela Agência Nacional de Águas, quando o recurso hídrico é de domínio da União. O sistema, vigente desde 1997, ainda enfrenta desafios, já que a fiscalização do uso da água no setor agrícola é mais difícil do que em áreas urbanas e industriais, mais concentradas territorialmente.</p>
<p>&#8220;O controle dos recursos naturais vai se tornar mais complexo no século XXI porque o uso se tornará mais competitivo. O Brasil ainda tem uma área de expansão agrícola, então o país precisa se planejar para as próximas décadas de modo que o crescimento da área irrigada seja sustentável&#8221;, prevê Mônica Porto, engenheira ambiental da Politécnica da USP. &#8220;Não há nada de errado em o Brasil exportar água através das commodities se há essa disponibilidade hídrica. A forma como isso é gerenciado internamente é o que importa, através do controle do uso e do aumento de produtividade&#8221;.</p>
<p>Escolhas políticas &#8211; A escassez de água em alguns países, de fato, pode levar a escolhas políticas para restringir a exportação de alimentos. O governo de Israel, por exemplo, desencoraja a exportação de laranjas &#8211; tradicionalmente cultivadas com um sistema de irrigação pesado -, para evitar que grandes quantidades de água virtual sejam exportadas para diferentes partes do mundo.</p>
<p>Mesmo no Brasil, abundante de recursos hídricos, precisa levar em conta o uso de água nas culturas diante de uma distribuição desigual em seu território. Menos povoada, a Região Amazônica concentra a maior parte da água superficial do País, enquanto a populosa Região Sudeste tem disponível 6% do total da água doce. No semiárido nordestino, os rios são pobres e temporários, o que acaba criando uma pluviosidade baixa.</p>
<p>&#8220;A pegada hídrica tem que ter relação com o local onde é produzida a cultura agrícola. Produzir uma pecuária leiteira no Agreste Nordestino vai demandar muito mais água do que fazer o mesmo no Centro-Oeste, onde a pluviosidade é muito maior&#8221;, afirma o engenheiro ambiental Michael Becker, coordenador do Programa Cerrado da WWF Brasil. &#8220;Mas além do viés da localização é preciso ter em conta a própria produção, buscando gastar cada vez menos água bruta para fabricar o mesmo produto&#8221;.</p>
<p>A otimização pode acontecer através de técnicas de irrigação mais eficientes, como o uso de gotejamento em vez de jatos d&#8217;água; o melhoramento de sementes para o plantio em regiões com menos disponibilidade de água; e desenvolvimento de técnicas de contenção da água da chuva. Estima-se que o setor agrícola já contribua atualmente com 92% do consumo total de água no País.</p>
<p>&#8220;Ainda não avançamos o suficiente na discussão entre o setor ambiental e agrícola para que se possa ter um entendimento comum de que um necessita do outro. Precisamos produzir, mas para realmente tirar proveito da exportação de commodities precisamos entender a água como um insumo de produção. O Brasil quer ter no futuro a seca de um Centro-Oeste americano ou preservar este recurso no aspecto de insumo para produção? Essa é uma pergunta que veio para ficar e que vai se tornar cada vez mais frequente daqui para frente&#8221;, aposta Becker.</p>
<p>(O Globo)</p>
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		<title>Mercado de créditos de carbono florestal atinge recorde</title>
		<link>http://www.atapart.com.br/2012/11/12/mercado-de-creditos-de-carbono-florestal-atinge-recorde/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Nov 2012 19:12:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012 Os preços dos créditos de carbono florestal dobraram em 2011, levando a um recorde no valor do mercado de US$ 237 milhões. É o que afirma a nova pesquisa do Ecosystem Marketplace, Leveraging the Landscape: State of the Forest Carbon Markets 2012. O documento, que une dados de 451 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda-feira, 12 de Novembro de 2012</p>
<div id="ctl00_body_pnlPage">
<p>Os preços dos créditos de carbono florestal dobraram em 2011, levando a um recorde no valor do mercado de US$ 237 milhões. É o que afirma a nova pesquisa do Ecosystem Marketplace, Leveraging the Landscape: State of the Forest Carbon Markets 2012.</p>
<p>O documento, que une dados de 451 projetos individuais de carbono florestal, analisa as transações do mercado, que possui créditos gerados a partir de quatro tipos de projetos: Redução de Emissões do Desmatamento e Degradação ambiental (REDD), Aflorestamento/Reflorestamento (A/R), Melhoria do Manejo Florestal (IFM), e Uso Sustentável de Terras Agrícolas (SALM).</p>
<p>Os créditos são geralmente usados para compensar as emissões de gases do efeito estufa tanto no mercado voluntário quanto compulsórios.</p>
<p>Segundo o relatório, embora os volumes de transação tenham decaído 22% com relação aos níveis de 2010, chegando a 26 MtCO2e em 2011, o valor dos preços dos créditos quase dobrou, saltando de US$ 5,5t/CO2 para US$ 9,2t/CO2.</p>
<p>A pesquisa indica que o crescimento no valor foi atribuído aos altos preços pagos por ações incentivadas pelas ações climáticas nacionais de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Além disso, o documento sugere que as instituições privadas que buscam compensar suas emissões continuam sendo a principal fonte de demanda nos mercados de carbono florestal.</p>
<p>&#8220;Muitas companhias escolhem as compensações de carbono florestal porque os projetos são tangíveis e frequentemente apoiam os benefícios para além do sequestro de carbono, como a biodiversidade. Ao mesmo tempo, estamos vendo um pouco da inovação desenvolvida nesse mercado voluntário alimentar os programas de conformidade&#8221;, comentou Katherine Hamilton, diretora de gestão do Ecosystem Marketplace.</p>
<p>Isso se reflete no grande aumento do número de governos que passaram a incluir as florestas em programas de redução de emissões nacionais ou regionais, mas o relatório também cita um aumento nas transações de créditos gerados a partir do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da ONU, o que reflete na crescente diversidade do mercado.</p>
<p>&#8220;No último ano, o valor de mercado foi impulsionado por um cenário diferente de atores, unindo fontes e projetos &#8211; principalmente em setores nos quais o preço do carbono é emergente em amplo sentido&#8221;, notou Molly Peters-Stanley, gestora do Programa de Carbono do Ecosystem Marketplace.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas demonstram que o crescimento contínuo requer tanto sinais de preço quanto uma ampla gama de atores inovando e financiando soluções para o carbono florestal&#8221;, acrescentou Peters-Stanley.</p>
<p>O relatório mostrou também que 18 milhões de hectares foram impactados pelo financiamento de carbono em 40 países. A maioria dos projetos ocorreu em terras privadas, mas há cada vez mais comunidades e pequenos proprietários de terras envolvidos.</p>
<p>O documento diz ainda que os projetos pesquisados reduziram entre 55 e 123 MtCO2e e sequestrarão ou evitarão outras 504 a 1073 MtCO2e entre agora e 2050. Para isso, os desenvolvedores de projetos estimam que estes exigirão entre US$ 2,2 bilhões e US$ 5,4 bilhões para dar apoio contínuo às atividades.</p>
<p>&#8220;Para lidar com os causadores do desmatamento, precisamos estabelecer formas inovadoras de permitir a conservação florestal. À medida que esse tipo de investimento ganha cada vez mais atenção, a transparência e o acesso à informação são essenciais para fortalecer a gama de interessados e facilitar investimentos efetivos na redução de gases do efeito estufa&#8221;, observou Michael Jenkins, presidente do Forest Trends.</p>
<p>Mas a pesquisa não traz apenas dados positivos. Conforme as informações, o mercado para créditos gerados sob o mecanismo de REDD caiu fortemente devido à quantidade menor do que o esperado de projetos desenvolvidos e as adversidades políticas e econômicas enfrentadas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, os projetos de REDD, que antes representavam 69% da atividade do mercado de carbono florestal, caíram para 29% da atividade, sendo ultrapassados pelos projetos de A/R.</p>
<p>Apenas dois projetos de REDD atingiram Verified Carbon Standard (VCS), o padrão de carbono mais importante. Muitos projetos em criação estão se desenvolvendo vagarosamente, e a crise financeira da Europa afetou o mercado e os regimes regulatórios que devem aceitar créditos de REDD ainda não emergiram.</p>
<p>&#8220;Tudo isso ressalta o fato de que os projetos de REDD estão sendo desenvolvidos dentro de um contexto de desafios não encontrado em mesmo grau por outros tipos de projetos, mesmo dentro de um mercado de carbono mais amplo&#8221;, sustenta o relatório.</p>
<p>&#8220;Muitos desenvolvedores de projeto respondem que se o progresso parece devagar, é porque os projetos de REDD estão interligados com algumas das questões mais amarradas do mundo &#8211; do desenvolvimento de comunidades a sistemas de posse de terra a relações internacionais. À medida que eles percebem esses desafios, parece aos que estão no mercado REDD que os atuais atores são muito mais sérios e realistas agora do que há apenas alguns anos&#8221;, concluiu.</p>
<p>Fonte:  Instituro Carbono Brasil</p>
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		<title>Mudança de Clima</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Nov 2012 19:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="text-decoration: underline;">As empresas mais conscientes sobre riscos ambientais </span></p>
<p>Os investidores no mercado de ações contam com mais uma referência que pode contribuir para a escolha das empresas e alocação dos recursos em bolsa. Pela primeira vez, o Carbon Disclosure Project (CDP) classificou e pontuou as empresas brasileiras que apresentam a maior capacidade para estudar e administrar os impactos positivo e negativo das mudanças climáticas no universo dos seus negócios. O CDP é uma organização do Reino Unido, criada há 12 anos, com o objetivo de fomentar a discussão com o mundo corporativo e o setor público sobre assuntos como emissão de gases de efeito estufa e a proteção dos recursos naturais. Reúne 655 signatários, entre eles fundos de pensão, companhias, governos e investidores em mais de 60 países com ativos conjuntos superiores a US$ 78 trilhões. Nessa primeira publicação, o CDP organizou duas listas. Na primeira, figuram as empresas com as notas mais altas no quesito &#8220;disclosure&#8221; (transparência). Essas companhias ganharam a maior pontuação entre as 52 que responderam ao questionário por demonstrarem uma compreensão mais lúcida sobre as consequências do aquecimento global sobre o seus empreendimentos e por relatarem isso com transparência. Na segunda lista, ganharam destaque as empresas com as maiores notas no quesito &#8220;performance&#8221; (desempenho). São companhias que estão, segundo a metodologia do CDP, tomando medidas importantes como, por exemplo, colocar em prática processos de redução das emissões de gases de efeito estufa. Para se qualificar a receber a pontuação de &#8220;performance&#8221;, as companhias precisaram conseguir um mínimo de 50 pontos no quesito &#8220;disclosure&#8221; (transparência). Nesse critério, a metodologia do CDP mede a capacidade de diagnosticar, medir e relatar os riscos e oportunidades gerados pelas mudanças climáticas. Para Juliana Lopes, diretora do CDP para América Latina, o resultado demonstra, claramente, que a resposta ao desafio das mudanças climáticas depende de como a empresa está posicionada. &#8220;O que uma companhia pode considerar como um problema para a sua competitividade e sobrevivência, a concorrente pode entender como uma oportunidade para crescer&#8221;, afirma Juliana.</p>
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<p>Fonte: Jornal Valor Econômico, 29/10/2012  e Informe Ambiental da FIESP</p>
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		<title>The Environmental Agency of the State of São Paulo &#8211;  CETESB turned mandatory the inventory of GHG emissions</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 19:14:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guiomar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[By a decision taken in August 2012 the Environmental Agency of the State of São Paulo &#8211; CETESB turned mandatory the preparation and disclosure of GHG emissions from installations located in the State. The obligation is imposed on a comprehensive list of different activities. The standards to be used are the GHG Protocol and NBR [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>By a decision taken in August 2012 the Environmental Agency of the State of São Paulo &#8211; CETESB turned mandatory the preparation and disclosure of GHG emissions from installations located in the State.</p>
<p>The obligation is imposed on a comprehensive list of different activities. The standards to be used are the GHG Protocol and NBR ISO14064-1.</p>
<p>ATA has a most extensive experience in this activity and is ready to support your business in complying with this new regulation.</p>
<p>Read the full decision CETESB on GHG Inventories.</p>
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