Artigos

“Australia CO2 farming offset scheme begins”

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Australia formally launched on Thursday the world’s first regulated carbon offset programme that rewards farmers and other investors in projects which cut greenhouse gas pollution.
The launch comes a month after parliament passed laws that put a price on carbon emissions. It obliges 500 of the country’s top polluters to pay for their carbon emissions from the middle of next year.

Those companies will be able to buy offsets from the Carbon Farming Initiative programme, underpinning long-term demand.

source: Reuters Africa


“Sinais de mudanças climáticas a olho nu”

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Impressão geral entre os povos tradicionais das montanhas do Nepal é de que o clima ‘enlouqueceu’.

fonte: estadao.com.br


“BM&F Bovespa e BNDES elaboram índice para a água”

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Conceito ainda é estudado pelo banco e a Bolsa de Valores de São Paulo, para avaliar o consumo de recursos hídricos e o modo como são devolvidos para o ambiente. A metodologia de avaliação não será quantitativa, como no ICO2, mas qualitativa.

fonte: Planeta Sustentável, por Marina Franco


“Por um jeans que gaste menos água”

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O que a Levis e outras empresas americanas estão fazendo para reduzir o consumo – e garantir a própria sobrevivência.

fonte: Envolverde – Blog do Leitor


“The heat is on”

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A new analysis of the temperature record leaves little room for the doubters. The world is warming.

FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.
FOR those who question whether global warming is really happening, it is necessary to believe that the instrumental temperature record is wrong. That is a bit easier than you might think.

There are three compilations of mean global temperatures, each one based on readings from thousands of thermometers, kept in weather stations and aboard ships, going back over 150 years. Two are American, provided by NASA and the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), one is a collaboration between Britain’s Met Office and the University of East Anglia’s Climate Research Unit (known as Hadley CRU). And all suggest a similar pattern of warming: amounting to about 0.9°C over land in the past half century.

source: The Economist – Oct 22nd 2011 | from the print edition


“Construtoras calculam emissão de CO2 nas obras”

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Com a preocupação de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, construtoras e incorporadoras começam a fazer o inventário de emissões de suas obras.

O relatório mapeia a quantidade de CO2 emitido em cada fase da construção, da fabricação de matérias primas à produção realizada no canteiro.

“As principais emissões são indiretas, acontecem na fabricação”, afirma Roberto Marin, diretor técnico da consultoria ambiental ATA.

A incorporadora Stan acaba de concluir o primeiro inventário de construção de edifício residencial. A constatação é de que cimento e aço são responsáveis por mais de 80% das emissões acumuladas na obra no Jardim Guedala (zona oeste).

fonte: Personal CO2 Zero: www.personalco2zero.com


“Entrevista ATA na Academia de Engenharia e Arquitetura”

Uma das maiores construtoras e incorporadoras do país, a Even, decidiu criar um programa de redução da emissão de gás carbônico. Iniciativa pioneira no setor de construção civil, a empresa investiu dois anos de trabalho no desenvolvimento e conclusão de seu inventário de carbono. O grande desafio do projeto foi criar e adaptar uma metodologia que permitisse medir os níveis de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE). A forma encontrada para fazer o inventário consiste em utilizar como base um indicador em metros quadrados construídos e entregues no ano e o volume emitido na construção.

Segundo Debora Rolino Novaes, da empresa Ativos Técnicos e Ambientais (ATA), que prestou consultoria para a Even, a seleção de materiais que emitem menos carbono na sua fabricação, assim como de fornecedores cujos processos de produção são menos intensivos em emissões de carbono, são passos importantes. Além disso, como compradoras de materiais as construtoras podem usar seu poder de influência para induzir os fornecedores a adotarem processos de gestão de carbono, que acabarão reduzindo as emissões no setor como um todo. Leia a seguir a entrevista completa com Debora sobre como a construção civil pode reduzir emissão de GEE.

por Heloísa Medeiros – Entrevista com Débora Rolino Novaes


“Trabalho da ATA tem destaque em artigo publicado na Valor Setorial da Construção Civil”

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Na edição de 26 de setembro de 2011 do jornal Valor Econômico circulou a revista setorial da Construção Civil sobre sustentabilidade e inovação tecnológica.

Na revista consta, entre outras, matéria sobre emissões de Gases de Efeito Estufa, à página 88.

Foi com muita satisfação que reconhecemos na matéria os dois únicos exemplos citados pela repórter Marlene Jaggi, como fruto do trabalho e dedicação da ATA como consultoria em sustentabilidade.

Nós da ATA acreditamos que uma boa política de sustentabilidade deve considerar a atuação das empresas sobre vetores impactados pela sua atividade, e é por isso que, já em maio de 2009, publicamos nossos primeiros insights sobre este tema no setor da Construção Civil.

por Debora Rolino Novaes


“Emissões de GEE na pecuária brasileira: considerações e oportunidades”

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A cadeia de produção de alimentos é responsável por aproximadamente 1/3 das emissões de GEE produzidas pela ação humana. Isto inclui a produção, processamento e distribuição dos alimentos e seus insumos. O conteúdo final de Carbono de cada alimento é chamado de pegada de Carbono. Entre os alimentos que consumimos, as carnes bovina e ovina estão no topo do ranking de pegada de Carbono.

O Brasil já possui sua Política Nacional de Mudanças Climáticas (PNMC – Lei Federal nº 12.187, de 29 de dezembro de 2009), com compromisso de redução de 36,1% a 38,9% das emissões projetadas até 2020. Como a pecuária é atualmente a terceira maior fonte de emissões de GEE no país, existe a possibilidade que a redução de suas emissões seja mandatória, ou que países importadores instituam barreiras à carne brasileira utilizando este critério. Com a difusão do sistema de rastreabilidade bovina e sua adequação ao assunto Carbono, cada produtor poderá indicar a pegada de Carbono das cabeças enviadas para abate, adotando práticas simples como a mensuração da capacidade de suporte de suas pastagens, anotação do peso médio dos animais e dos insumos utilizados na propriedade.

Esta situação poderá criar um estímulo à recuperação de pastagens, o que possibilitará melhor resultado à produção, seja de forma direta (maior produção de carne) como indiretamente (carne com melhor valor agregado). Isto reforça o conceito de que em muitos casos, a adoção de sistemas de produção de baixo Carbono melhora o resultado financeiro das atividades envolvidas.

por Jaime Bunge


“Investir em Redução das Emissões de Carbono dá Dinheiro”

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Foi divulgado ontem o Relatório “CDP Global 500” de 2011 que examina as atividades de redução de carbono nas maiores empresas de capital aberto no mundo. Os resultados são impressionantes, o retorno sobre os investimentos – feitos entre janeiro de 2005 e maio de 2011 – em empresas que se destacam pelos resultados efetivos na redução das emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) foi de 86%, nas empresas que já divulgam seus inventários e estão amadurecendo seus programas de redução o retorno foi de 82%. Já o retorno sobre o investimento nas 500 maiores empresas foi de 43% . Isso significa que empresas que já possuem um modelo mais sustentável de operar proporcionam um retorno sobre investimento aos seus acionistas em média 100% maior .

por Debora Rolino Novaes


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